{"id":1118,"date":"2008-11-23T14:32:08","date_gmt":"2008-11-23T17:32:08","guid":{"rendered":"https:\/\/screamyell.com.br\/blog\/2008\/11\/23\/sp-noise-parece-glasgow-nos-anos-90\/"},"modified":"2009-10-21T10:29:50","modified_gmt":"2009-10-21T13:29:50","slug":"sp-noise-parece-glasgow-nos-anos-90","status":"publish","type":"post","link":"http:\/\/www.screamyell.com.br\/blog\/2008\/11\/23\/sp-noise-parece-glasgow-nos-anos-90\/","title":{"rendered":"SP Noise: &#8220;Parece Glasgow nos anos 90&#8221;"},"content":{"rendered":"<p align=\"center\" style=\"text-align: center\"><a target=\"_blank\" href=\"http:\/\/www.flickr.com\/photos\/lilianecallegari\/3050230422\/sizes\/l\/\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" width=\"450\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2008\/11\/ambervisiions1.jpg\" height=\"296\" style=\"width: 450px; height: 296px\" \/><\/a><\/p>\n<p align=\"center\" style=\"text-align: center\">Texto: Marcelo Costa \/ Fotos: Lili Callegari<\/p>\n<p>Mais do que trazer uma escala\u00e7\u00e3o com nomes badalados no circuito independente, a primeira edi\u00e7\u00e3o do SP Noise prometia uma mistureba de estilos que poderia soar, no m\u00ednimo, inusitada. A variedade abrangia o rock matem\u00e1tico de Helmet (confirmado na \u00faltima hora) e dos belgas do Motek passando pelos inenarr\u00e1veis Ambervisions, de Santa Catarina, pela surf-music dos argentinos do The Tormentos, pelo rock de clima punk flower power do Black Lips at\u00e9 o som clim\u00e1tico e viajand\u00e3o do Black Mountain, mas era imposs\u00edvel n\u00e3o olhar para as roupas.<\/p>\n<p>Do visual adolescente e fanfarr\u00e3o do Black Lips passando pelo modelo hippie adotado pelo Black Mountain, o de gar\u00e7ons de transatl\u00e2ntico exibido pelos argentinos do Tormentos, a falta de uniformidade do Vaselines (Stevie Jackson de banc\u00e1rio, Bobby Kilddea de camiseta de pijama gola v, Frances de qualquer coisa e Eugene de mestre de cerim\u00f4nias de festa country) at\u00e9 chegar ao &#8220;grande momento&#8221; do fim de semana: o colete de couro com franjas e cal\u00e7a de oncinha de Eduardo Martinez, vocalista argentino do combo finland\u00eas Flaming Sideburns, o SP Noise foi muito mais visual que musical.<\/p>\n<p style=\"text-align: center\"><a target=\"_blank\" href=\"http:\/\/www.flickr.com\/photos\/lilianecallegari\/3049433273\/sizes\/l\/\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" width=\"450\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2008\/11\/flamingsideburns1.jpg\" height=\"296\" style=\"width: 450px; height: 296px\" \/><\/a><\/p>\n<p style=\"text-align: center\"><a target=\"_blank\" href=\"http:\/\/www.flickr.com\/photos\/lilianecallegari\/3049368803\/sizes\/l\/\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" width=\"223\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2008\/11\/tormentors1.jpg\" height=\"147\" style=\"width: 223px; height: 147px\" \/><\/a>\u00a0<a target=\"_blank\" href=\"http:\/\/www.flickr.com\/photos\/lilianecallegari\/3049403843\/sizes\/l\/\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" width=\"223\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2008\/11\/motek1.jpg\" height=\"147\" style=\"width: 223px; height: 147px\" \/><\/a><\/p>\n<p>O primeiro dia foi aberto pelos goianos do Black Drawing Chalks que fizeram um barulho de muita responsa. Os argentinos do Tormentos repetiram o show mediano que vi deles em Buenos Aires, quatro anos atr\u00e1s. Prov\u00e1vel que daqui a cinq\u00fcenta anos estejam fazendo um show igual. Os Ambervisions fizeram o p\u00fablico rir com seu vocalista, Zimmer, de cabe\u00e7a enfaixada, \u00f3culos e maracas, mas o show n\u00e3o honrou a barulheira de seus dois \u00e1lbuns. O Motek me cansou na terceira vez que multipliquei 4 x 4 alcan\u00e7ando um resultado de 16, mas os CDs da banda foram bem vendidos na barraquinha.<\/p>\n<p>No quesito show, o festival come\u00e7ou mesmo quando os finlandeses do Flaming Sideburns pisaram no palco 2 jogando seu glam rock com pitadas hard no colo do p\u00fablico. A banda usa uniforme (que podem ser o da turn\u00ea anterior do Hives) e soa extremamente afiada. O vocalista argentino Eduardo Martinez \u00e9 uma pe\u00e7a. Baixinho, meio fora de forma, mas de colete e sem camisa, e ostentando uma legitima cal\u00e7a de oncinha, Martinez \u00e9 daqueles que amam os clich\u00eas do estilo. Dan\u00e7ou de rostinho colado com uma menina na pista, se jogou no colo de um cara que ficou alisando seu cabelo (curto) enquanto ele cantava e at\u00e9 plantou bananeira no palco. Fora de forma quem?<\/p>\n<p style=\"text-align: center\"><a target=\"_blank\" href=\"http:\/\/www.flickr.com\/photos\/lilianecallegari\/3049480705\/sizes\/l\/\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" width=\"450\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2008\/11\/blackmoutain1.jpg\" height=\"296\" style=\"width: 450px; height: 296px\" \/><\/a><\/p>\n<p style=\"text-align: center\"><a target=\"_blank\" href=\"http:\/\/www.flickr.com\/photos\/lilianecallegari\/3049472881\/sizes\/l\/\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" width=\"223\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2008\/11\/blackmoutain2.jpg\" height=\"147\" style=\"width: 223px; height: 147px\" \/><\/a>\u00a0<a target=\"_blank\" href=\"http:\/\/www.flickr.com\/photos\/lilianecallegari\/3049475411\/sizes\/l\/\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" width=\"223\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2008\/11\/blackmoutain3.jpg\" height=\"147\" style=\"width: 223px; height: 147px\" \/><\/a><\/p>\n<p>Fechando a primeira noite, os canadenses do Black Mountain s\u00f3 faltaram acender incensos no palco 1 para deixar o clima flower power contaminar o pequeno p\u00fablico. Enquanto rapazes suspiravam pela vocalista Amber Webber (que mais tocava maracas, pandeiro\u00a0e posava do que cantava), o grupo mandava ver na sonoridade setentista com bastante propriedade num misto de psicodelia com folk e momentos de hard rock. Tudo ia bem at\u00e9 o show ser interrompido bruscamente pelo pessoal da casa, que devido ao avan\u00e7ado do hor\u00e1rio (22h e pouco) precisava esvaziar o local para come\u00e7ar uma outra balada noturna. Um pecado que vitimou uma boa apresenta\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p style=\"text-align: center\"><a target=\"_blank\" href=\"http:\/\/www.flickr.com\/photos\/lilianecallegari\/3052929596\/sizes\/o\/\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" width=\"450\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2008\/11\/calmet1.jpg\" height=\"286\" style=\"width: 450px; height: 286px\" \/><\/a><\/p>\n<p style=\"text-align: center\"><a target=\"_blank\" href=\"http:\/\/www.flickr.com\/photos\/lilianecallegari\/3052972764\/sizes\/l\/\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" width=\"223\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2008\/11\/doamor1.jpg\" height=\"147\" style=\"width: 223px; height: 147px\" \/><\/a>\u00a0<a target=\"_blank\" href=\"http:\/\/www.flickr.com\/photos\/lilianecallegari\/3053090088\/sizes\/l\/\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" width=\"223\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2008\/11\/ganjas1.jpg\" height=\"147\" style=\"width: 223px; height: 147px\" \/><\/a><\/p>\n<p>O segundo dia come\u00e7ou com um p\u00fablico muito maior e os paulistas do Homepie abrindo os trabalhos no palco 2 mostrando influ\u00eancias de Belle and Sebastian e um longo trajeto a percorrer para chegar a algum lugar. Os norte-americanos do Calumet-Hecla fizeram um barulho dos diabos no palco 1 com a ruiva Anne fazendo caras e bocas, mas n\u00e3o chamaram muito a aten\u00e7\u00e3o do p\u00fablico, que preferiu ficar no bar, jogando Nintendo Wii ou aproveitando os \u00faltimos resqu\u00edcios de sol, antes da chuva. O Do Amor (&#8220;Cheiro do Amor?&#8221;, perguntou um amigo)\u00a0 apresentou sua mistura de (indie) rock, carimb\u00f3 e ax\u00e9-music, mas dispersou o p\u00fablico, que tamb\u00e9m deixou passar os chilenos do The Ganjas.<\/p>\n<p style=\"text-align: center\"><a target=\"_blank\" href=\"http:\/\/www.flickr.com\/photos\/lilianecallegari\/3052305523\/sizes\/l\/\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" width=\"450\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2008\/11\/blacklips1.jpg\" height=\"286\" style=\"width: 450px; height: 286px\" \/><\/a><\/p>\n<p>Os moleques desajustados do Black Lips lotaram o palco 2, e o show foi melhorando progressivamente at\u00e9 honrar a fama conseguida com boas resenhas em grandes ve\u00edculos da imprensa internacional. A rigor, o show foi menos ca\u00f3tico do que a apresenta\u00e7\u00e3o no Fib, na Espanha, em julho. Mas l\u00e1 eles estavam no enorme palco principal (que naqueles dias recebeu Leonard Cohen, Morrissey, Raconteurs e My Bloody Valentine) enquanto aqui sofriam com problemas no som, chegando ao ponto do vocalista e guitarrista Cole Alexander colocar uma meia no microfone para evitar choques. Outro bom show interrompido pela casa cujo melhor momento foi o arremesso de cuspe do vocalista para o alto, e que lhe beijou a testa.<\/p>\n<p style=\"text-align: center\"><a target=\"_blank\" href=\"http:\/\/www.flickr.com\/photos\/lilianecallegari\/3053219124\/sizes\/l\/\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" width=\"450\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2008\/11\/helmet1.jpg\" height=\"286\" style=\"width: 450px; height: 286px\" \/><\/a><\/p>\n<p>O Helmet \u2013 respons\u00e1vel pelo aumento de vendas de ingressos para o festival assim que confirmou, na quinta passada, sua presen\u00e7a em S\u00e3o Paulo \u2013 honrou sua hist\u00f3ria. O l\u00edder e \u00fanico remanescente da forma\u00e7\u00e3o original da banda, Page Hamilton, mostrou logo de cara que n\u00e3o estava para brincadeiras. Assim que algu\u00e9m pediu uma m\u00fasica, ele mandou: &#8220;Foda-se! A gente s\u00f3 vai tocar o que a gente quiser&#8221;. E assim foi o massacre. Teoricamente \u00e9 um som que n\u00e3o deveria agradar a quem tem mais de 18 anos, mas \u00e9 lindo ver uma roda de pogo quebrando tudo e at\u00e9 o seguran\u00e7a batendo cabe\u00e7a de costas para o palco. Disparado o melhor show do festival.<\/p>\n<p>Fechando o fim de semana noise, os escoceses do Vaselines subiram ao palco com muitos problemas no som e a fama de banda preferida de Kurt Cobain, que gravou tr\u00eas covers do grupo no Nirvana. O show abriu, inclusive, com uma delas, &#8220;Son of a Gun&#8221;, e a desordem no palco honrava a tradi\u00e7\u00e3o tosca do grupo. O baixista Bobby Kilddea n\u00e3o conseguia ouvir nada no retornos, o guitarrista Stevie Jackson se enrolava com a guitarra e o microfone de backing e o baterista Michael (o Michael da m\u00fasica do Franz Ferdinand, que n\u00e3o tem nada, mas nada mesmo de sexy) descia a m\u00e3o no kit b\u00e1sico sem nenhuma varia\u00e7\u00e3o. Era 1, 2, 3 e vamos pular.<\/p>\n<p style=\"text-align: center\"><a target=\"_blank\" href=\"http:\/\/www.flickr.com\/photos\/lilianecallegari\/3052473519\/sizes\/l\/\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" width=\"450\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2008\/11\/vaselines1.jpg\" height=\"286\" style=\"width: 450px; height: 286px\" \/><\/a><\/p>\n<p style=\"text-align: center\"><a target=\"_blank\" href=\"http:\/\/www.flickr.com\/photos\/lilianecallegari\/3053311024\/sizes\/l\/\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" width=\"223\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2008\/11\/vaselines2.jpg\" height=\"147\" style=\"width: 223px; height: 147px\" \/><\/a>\u00a0<a target=\"_blank\" href=\"http:\/\/www.flickr.com\/photos\/lilianecallegari\/3052466265\/sizes\/l\/\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" width=\"223\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2008\/11\/vaselines3.jpg\" height=\"147\" style=\"width: 223px; height: 147px\" \/><\/a><\/p>\n<p>No centro do palco, Eugene Kelly e Frances McKee tentavam entreter o p\u00fablico em meio a tosqueira. Eugene chegou a levar um choque quando tentava testar o microfone, largou a guitarra e saiu emburrado. Voltou depois, com o microfone trocado, e apresentou &#8220;Molly\u2019s Lips&#8221; (outra gravada por aquele grupo de Seattle), cuja tem\u00e1tica \u00e9 o sexo oral, como uma can\u00e7\u00e3o sobre &#8220;beijar bucetas&#8221;. Franc\u00eas emendou totalmente desavergonhada: &#8220;Como se voc\u00ea soubesse o que \u00e9 isso&#8221;. A vocalista fez v\u00e1rias refer\u00eancias a sexo durante a apresenta\u00e7\u00e3o. O som melhorava em faixas mais roqueiras como &#8220;Dying For It&#8221;, mas capengava em n\u00fameros mais lentos \u2013 como &#8220;Jesus Wants Me for a Sunbeam&#8221;, o que n\u00e3o chegava a incomodar o p\u00fablico.<\/p>\n<p>&#8220;You Think You\u2019re a Man&#8221; veio no bis, tornando-se um grandes momentos da noite. &#8220;Dum-Dum&#8221; fechou o show \u2013 com os respons\u00e1veis pela casa irados e pedindo para que o show acabasse o mais rapidamente poss\u00edvel. Um pouco antes, em meio aos in\u00fameros problemas de som no palco, e a chuva l\u00e1 fora, Frances brincou e praticamente resumiu o fim de semana: &#8220;Isso tudo est\u00e1 parecendo Glasgow nos anos 90&#8221;.<\/p>\n<p>O S\u00e3o Paulo Noise, nos anos 00, trope\u00e7ou no apertado dos hor\u00e1rios (n\u00e3o se come\u00e7a um festival na cidade numa sexta-feira \u00e0s 18h nem no meio de um quase feriado, pois ningu\u00e9m consegue chegar) e no line-up sufocado em um hor\u00e1rio de matin\u00ea sem chance de erros e improvisos. \u00c9 \u00f3timo sair de casa para ver um show e chegar antes da meia-noite, mas para n\u00e3o prejudicar as atra\u00e7\u00f5es principais \u00e9 melhor escalar menos bandas. O saldo final \u00e9 positivo, pois os trope\u00e7os desta primeira edi\u00e7\u00e3o podem ser consertados nas pr\u00f3ximas. E quem sabe no ano que vem S\u00e3o Paulo pare\u00e7a um lugar melhor.<\/p>\n<p style=\"text-align: center\"><a target=\"_blank\" href=\"http:\/\/www.flickr.com\/photos\/lilianecallegari\/3053312290\/sizes\/l\/\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" width=\"450\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2008\/11\/vaselines4.jpg\" height=\"286\" style=\"width: 450px; height: 286px\" \/><\/a><\/p>\n<p>Ps. Frances, Glasgow \u00e9 uma das cidades mais chatas do mundo!<\/p>\n<p>Ps2. Mais fotos do SP Noise, por Lili Callegari (<a target=\"_blank\" href=\"http:\/\/www.flickr.com\/photos\/lilianecallegari\/sets\/72157609667476613\/\">aqui<\/a>)<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Texto: Marcelo Costa \/ Fotos: Lili Callegari Mais do que trazer uma escala\u00e7\u00e3o com nomes badalados no circuito independente, a primeira edi\u00e7\u00e3o do SP Noise prometia uma mistureba de estilos que poderia soar, no m\u00ednimo, inusitada. 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