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Bazar no Neu e Lulina na Casa do Mancha
“É o último bazar que a Peligro (@peligrodiscos) participará esse ano e sua última chance de espiar o nosso catálogo em vinil. Temos por volta de 120 títulos de selos como Polyvinyl, Drag City, Secretly Canadian, Constellation, Temporary Residence, K Records e outros. Dessa vez levaremos apenas vinil, nada de CD.
Se isso ainda é pouco, a nossa banquinha terá até participações especiais! Além dos já clássicos pôsteres da Dani Hassi, vamos contar também com ampliações do fotógrafo Eugênio Vieira. Só a nata. No bazar, a Peligro estará em boa companhia ao lado de marcas como Holy Fudge, Suppaduppa, C. Scheidecker, Yeti, iamana e Bed Market.
O bazar rola nesse domingo, 12/12, a partir de 15h, no Neu Club (Rua Dona Germaine Burchard, 421. Água Branca). A entrada é livre. Apareçam!
abraços, gui.”

“2010 foi uma delícia, tocamos em muitos lugares bacanas, até turnê americana rolou. E a gente queria fechar o ano com um show para amigos, num dos lugares mais gostosos de tocar na cidade: a Casa do Mancha.
Vai ser aquele esquema relax, pra tocar bêbado e feliz. Os amigos que quiserem fazer participações estão convidados a inventar algo na hora e se juntar a nós.
Gostaria muito de ver as carinhas de vocês por lá, pra poder dar aquele abraço de fim de ano e falar “te considero pra caramba”.
O show é depois de amanhã, no domingão, cedinho (por volta das 20h). Apareçam para brindar com sangue de ET e com nossa tradicional sidra cereser.
Beijos,
Lulina”
Dezembro 10, 2010 No Comments
Um fim de semana de shows em São Paulo
Coisas legais para se fazer em São Paulo nos horários vagos entre os shows do sábado (Planeta Terra) e domingo (Lou Reed e Paul McCartney):
Shows:
Quem quiser embalar depois do Planeta Terra pode esticar até a Rua Augusta para encarar Cidadão Instigado no Studio SP ou o grande Del Rey tocar clássicos do Rei Roberto na casa ao lado, o Comite Club. Os shows devem começar por volta das 2h, mas é bom confirmar.
Cinema:
O genial “Scott Pilgrim contra o Mundo” está em cartaz em apenas uma sala de cinema da cidade, a do Shopping Santa Cruz, local de fácil acesso via metrô (há uma estação em que você sai dentro do shopping). São só dois horários, e pode ser uma boa pro domingão: 11h20 e 16h10.
Compras:
Bom programa para o sábado. Bater ponto em lojinhas e sebos bacanas de CDs. Algumas das melhores estão comentadas neste post aqui, mas vale focar na Velvet CDs, do grande André Fiori, que chegou de Londres nesta quinta-feira com muita coisa boa do velho mundo. A loja fica aberta até às 17h do sábado.
Comida:
Tem para todos os gostos, todos os horários. Vale conferir este post aqui (com meus cinco botecos preferidos), mas a lista é infinita. A Rua Augusta tem vários pontos legais para recostar numa cadeira e mandar baixar cerveja e petiscos. Uma dica: Ibotirama. Comida honesta e boa cerveja.
Arte:
A 29 Bienal de Artes de São Paulo está aberta no fim de semana de 09h às 18h no Pavilhão do Ibirapuera. A entrada é gratuita e, pessoalmente, achei a seleção de obras deste ano a melhor da Bienal em muito tempo. Vale, e muito, uma visita. Outra dica é a Mostra “Verdade, Fraternidade, Arte”, no Museu Lasar Segall. Mais sobre ela aqui.
Alguém tem mais dicas? Dúvidas? ![]()
Novembro 19, 2010 6 Comments
Frio
Muito
Junho 11, 2009 4 Comments
A história do Edifício Martinelli
Eu adoro a história do Edifício Martinelli, cuja lateral emoldura a foto acima, tirada em meio a uma feijoada com caipirinha no Salve Jorge, do centro de São Paulo. A história, resumidamente, é a seguinte: o Edifício Martinelli, com 30 pavimentos, foi o primeiro arranha céu do Brasil. Está localizado no triângulo formado pela Rua São Bento nº405, Av. São João nº 35 e Rua Libero Badaró nº 504, no centro de São Paulo. Porém, vários percalços marcaram a sua construção até sua inauguração em 1929. Muita gente não acreditava que o prédio fosse ficar em pé por muito tempo, então o comendador Martinelli, que fez a obra assistido pelo arquiteto húngaro William Fillinger, da Academia de Belas Artes de Viena, decidiu pelo óbvio: quando o prédio alcançou 25 andares (a primeira previsão era de apenas 10), fez uma mansão de 5 andares no topo, e foi morar lá. A história toda - bem interessante - pode ser lida aqui, mas bate um google que há outros links legais.
Ps. Em dez anos morando na cidade, ainda não visitei o topo do prédio. Vou agendar uma visita.
Junho 9, 2009 2 Comments
Meus cinco botecos preferidos em São Paulo

A primeira coisa que me disseram quando comentei que iria listar os meus botecos preferidos em São Paulo foi: “Que coisa de alcoólatra, hein”. A idéia, na verdade, era falar de alguns lugares legais que eu gostaria muito que outras pessoas – principalmente de fora – conhecessem. Por fim, acabei descobrindo que vou sempre aos mesmos lugares. Quase sempre (risos). Pra mim, a idéia de boteco vai muito além de um lugar para beber, beber e beber. Tem que ter comida boa também.
Na verdade, o Kebabel (de boas cervejas importadas e nacionais) na Fernando de Albuquerque poderia entrar na lista. Já tive ótimas (e péssimas) experiências no BH, na quadra de cima do Espaço Unibanco na Augusta, e é uma pena eles só terem cerveja long-neck. O Salve Jorge, com a melhor porção de polenta frita acompanhada de molho bolonhesa da cidade, merece uma citação assim como o The Pub, na Augusta, o Filial e o São Cristovão na Vila Madalena, e mesmo o Ibotirama, na esquina da Fernando de Albuquerque com a Augusta. O Leblon (desde que você não beba cerveja de garrafa que custa o dobro de um boteco comum) na Bela Cintra e o Bar do Léo, na rua dos Andradas, no centrão (sábado é dia de bolinho de bacalhau), merecem uma visita. No entanto, os meus preferidos são…
Veloso
É um botecão pé limpo com jeito de botecão pé sujo (o que traz um certo charme). Tem uma camisa do Juventus (da Rua Javari mesmo, não o italiano) na parede, as mesas de madeira bem próximas e quase sempre na lotação máxima. A cerveja é leve e você bebe como se fosse água, mas os carros chefes da casa são a melhor caipirinha da cidade (Souza, o responsável, foi eleito o melhor barman de São Paulo nos últimos três anos pelo seleto júri da Veja São Paulo) e as sensacionais porções de coxinha (foto acima) e bolinho de arroz com toque de calabresa.
As caipirinhas são algo. Tem de saque, vodka (nacional e Absolut) e cachaça (Velho Barreiro, mesmo). Opto sempre por esta última, e vou devorando o cardápio começando quase sempre por Tangerina, depois Frutas Vermelhas, Jabuticaba, Frutas Amarelas, Abacaxi e Carambola. As coxinhas são reverenciadas por muitos. Eu, por exemplo, passei dois anos ouvindo Lili dizer que nenhuma coxinha poderia ser melhor que a do Balbec, em Uberaba, até ela provar a do Veloso. Virou fã. Se vou com ela, é a primeira coisa que ela pede. Se vou sem ela, tenho que trazer uma porção pra casa.
Depois de freqüentar o bar durante um bom tempo (já faz uns três anos), passei da coxinha para o bolinho de arroz com toque de calabresa, com recheio que derrete na boca. O Veloso fica em uma rua de paralelepípedos na Vila Mariana, atrás da caixa d’agua entre as estações de metrô Ana Rosa e Vila Mariana. Paralelo a ele, e dividindo a mesma cozinha (ou seja, a mesma coxinha e o mesmo bolinho de arroz, mas não o mesmo barman) tem o Brasa Mora, uma versão ajeitada do Veloso. O cardápio é quase o mesmo que o do vizinho, com a vantagem que nele há um item especial: o sensacional bife de tira de picanha, meu prato preferido nessa cidade maluca. Aos sábados, tanto Veloso quanto Brasa Mora oferecem feijoada. Vale.
Rua Conceição Veloso, 56, Vila Mariana
http://www.velosobar.com.br/
Exquisito
Não lembro a primeira vez que fui ao Exquisito, mas foi nas primeiras semanas após a inauguração. Hoje em dia, quando algum amigo inventa de aparecer e quer beber em algum lugar, sempre indico o Exquisito. Encontrei a Helena (que me ensinou a fazer risoto), Camilinha (e o Carlos) e vários outros amigos diversas vezes ali. Por ficar na rua em que eu moro, por ter um dos melhores chopps escuros da cidade, por ser o primeiro bar de São Paulo a servir Patricia e Nortenha e também pela magnífica porção de bolinho caipira, algo que me faz suspirar e me leva direto para as festas juninas de infância em Taubaté. Eles também tem um cardápio de responsa de comidas latinas (com destaque para o chilli com carne) e a decoração do local é bem cool.
Rua Bela Cintra, 532, Consolação
http://www.exquisito.com.br
Esquinão do Fuad
Já faz uns seis ou sete anos que fui apresentado á picanha no saralho (eu escrevi saralho), e me apaixonei (por “culpa” da Karina, que me levou para conhecer seus amigos, que ficaram meus amigos, e até hoje batem cartão no lugar - nós todos). A especialidade da casa são as carnes, e esqueça bebidas especiais: o que funciona no Fuad são as cervejas de garrafa. Na minha última ida ao local, mês passado, quando fui cambaleante olhar a conta da mesa para deixar uma grana já estávamos em 39 cervejas. “Só faltam nove para esvaziarmos dois engradados”, pensei, mas não cedi a tentação e fui pra casa. Com certeza, o pessoal da mesa alcançou a marca. Hehe. A decoração é de botecão com uma infinidade de placas oferecendo as diversas especialidades da casa. Tempos atrás eles lançaram a Picanha a La Ronaldo, que vem acompanhada de mandioca e agrião. Apesar de ser corintiano, preferi continuar com a picanha no saralho. Ligelena é fã do lugar.
Rua Martin Francisco, 244, Santa Cecilia
http://www.esquinagrill.com.br
Bar do Zé
Eu morei seis anos na Rua Maria Antonia. Ok, três na esquina da Maria Antônia com a Dr. Vila Nova, e três na própria Maria Antônia. Não tem como deixar o Bar do Zé de fora de uma lista dos meus botecos prediletos de São Paulo. Cansei de beber sozinho no balcão observando a rua movimentada (geralmente por gente do Mackensie) assim como almocei diversas vezes em mesinha na rua (uma vez, inclusive, com o casal Stereo Total na mesa ao lado folheando uma cópia xerox do livro dos Mutantes). Fiquei completamente viciado no pão com mortadela e vinagrete e recomendo várias vezes o Monalisa, um delicioso sanduiche de quatro queijos. Aqui o negócio todo também gira em torno da cerveja de garrafa. Lembra muito um bar de bairro de cidade do interior. E ainda tem um porém: o pessoal dos Festivais (Chico, Paulinho da Viola) bebia aqui naquela época. Mais histórias? É só bater “Bar do Zé + Maria Antônia” no Google. hehe
Rua Maria Antonia, 216, Vila Buarque
Charm
A única coisa boa do Charm é a… localização. A única. Ele fica na esquina da Rua Antonio Carlos com a Rua Augusta, quase em frente ao Espaço Unibanco, e é um ótimo lugar para se esbarrar em amigos. Ou seja: é uma autêntica curva de rio. Mesmo que eu tentasse nunca saberia quantas vezes fui lá. Dezenas de porres homéricos começaram ali. Várias noites do ano em que morei na Rua Antônio Carlos começaram ali. Eu conheci Lili, inclusive, numa roda de cerveja que fizemos na calçada, “o” lugar para se ficar no Charm. Para você sentir o nível da coisa, já participei da comunidade do bar no Orkut discutindo coisas tão edificantes quanto a identidade do Tio de Pijama. Papo de boteco, claro. Os lanches são toscos, mas a cerveja está sempre gelada. Tente sempre conseguir uma mesa na calçada. 90% do legal deste bar é ficar na calçada. Mas também não sei quantas vezes bebi no porão… risos
Rua Augusta, 1448, Consolação

Junho 4, 2009 16 Comments























