Promoção: A Morte de Bunny Munro, Nick Cave

PROMO ENCERRADA
No establisment musical moderno é possível contar nos dedos das mãos os artistas acima de qualquer suspeita, gente que conseguiu com sua arte um respeito raro em um cenário depreciado pela vasta oferta de sexo e drogas. É um clube seleto de nomes dos quais podem ser citados Lou Reed, Elvis Costello, Bruce Sprinsteen, Neil Young e Nick Cave.
Nick Cave tem uma carreira extensa e brilhante ao lado das bandas The Birthday Party, The Bad Seeds e Grinderman, mas também é apaixonado por textos densos – como as canções que canta exibem bem. Vinte anos após sua estréia literária, Nick Cave retorna ao mundo da literatura com o romance “A Morte de Bunny Munro”, que acaba de ganhar tradução nacional.
O Scream & Yell, em parceria com a Editora Record, vai sortear três exemplares de “A Morte de Bunny Munro”, de Nick Cave. Para participar basta deixar um comentário abaixo (com nome completo e email correto para contato) dizendo qual a sua música preferida de Nick Cave explicando o motivo da sua escolha.
Resultado da Quina 2387 (na ordem do sorteio): 79, 25, 69, 78 e 32
79 - not
25 - JW
69 - Guilherme Robles de Andrade
78 - not
32 - Arthur Teixeira























71 comentários
“The Mercy Seat”, porque é noia pura.
http://www.youtube.com/watch?v=WFdUTM4gU-o
Tem essa… E aquela… E aquela outra… O fluxo do Nick é tão grande que um verdadeiro fã não para para escolher uma canção preferida, só vira um copo de bebida com ele e segue, segue, segue para além da ‘next door’ do arrependimento penteado do bardo.
se é pra escolher uma só, vamo com uma recente: Lie Down Here (and Be My Girl), do Dig, Lazarus, Dig!!!. Pq? Pq foi a primeira q me veio, ou a última q eu ouvi. não sei.
“Dig, Lazarus, Dig” - É uma música profunda asism como o livro deve ser. Na música Larry só queria ser e conseguir dançar o ritmo dela, mas no final, coração partido nas ruas de Nov York.
“But what do we really know of the dead And who actually cares?
Escolho uma recente também! “Chain of Flowers” do Grinderman porque quando ele canta ‘it’ll be all right’ eu quase acredito.
Papa Won’t Leave You, Henry
Era a música que ele tava cantando no show de Porto Alegre com a Die Haut quando quase caiu do palco (na verdade não lembro se era essa música, mas ficaria bem).
A melhor música do Nick Cave é The Mercy Seat. Que também foi regravada pelo mestre Johnny Cash.
The Mercy Seat para quem conhece um pouco sobre Nick Cave sabe que é autobiográfica.
Muito Poética - As palavras trocadas de posição fazem muito sentido e continuam dando o mesmo sentido para a oração.
Música perfeita para ser a trilha sonora daquela tarde fria em que o casal troca beijos e beijos após um bom vinho- adoro fazer isso (rs).
Pode ser um clichê, mas minha musica preferida do Nick Cave é Into My Arms, pq diz tudo oq eu queria dizer e já disse a quem amo.
Pq é uma música de amor, de devoção e de dúvidas sobre as próprias dúvidas. I don’t believe in angels, but looking at you, I wonder if that’s true. E não é isso que o amor faz com os céticos? O amor é o absurdo para toda a razão; e por conseguir expressar isso tão bem e com tanta delicadeza, é que essa é a minha música preferida do Nick Cave e uma das minha preferidas de amor. E só as músicas e as cartas de amor é que são verdadeiras.
Into my arms é certamente uma das melhores da carreira de Nick Cave e, sem dúvida, uma das baladas mais pungentes já gravadas. Mas o primeiro álbum que ouvi foi The Good Son e minha preferida é The Whipping Song, que me fez comprar boa parte de sua discografia nas promoções da velvet cds.
Sem sombra de dúvidas Mercy. A primeira música que ouvi do Cave em uma aula de filosofia do 2º ano do Ensino Médio. Creio que essa é uma das letras mais sádicas e perturbadoras dele. A forma em que a fé, o autoflagelamento e a devoção do eu-lírico se misturam com o vocal grave, a melodia sombria e o tom de loucura com que é passada a emoção da música, me fez escolhê-la
From her to eternity, porque além de ser uma música de arrepiar a espinha, me lembra a cena do show em Asas do Desejo - o filme romântico mais bonito e menos piegas que pode existir.
Ain’t Gonna Rain Anymore, sem sombra de dúvidas. Nunca uma canção soube condensar tão bem a ausência de um amor. E, o mais crucial, a invasão dela na vida de alguém.
Running sacared - Porque é um hino dos perdidos. E estar perdido é ser humano.
http://www.youtube.com/watch?v=SK3vPKwnmq8&feature=search
Into my arms, porque abre, o seu melhor disco, de forma perfeita.
The Weeping Song: a tristeza e a doçura se mesclando na única canção que me emociona a ponto de quase chorar. E eu quase nunca choro.
Train Long-Suffering, do magistral Firstborn is Dead, é a melhor coisa que ele fez. Sempre que ouço tenha a sensação de que vai abrir um buraco na minha cabeça….
Minha preferida é “Slowly Goes the Night” porque uma puta balada que me traz imagens dos filmes de David Lynch à cabeça
(are you) the one that i’ve been waiting for, porque é a música mais bonita do álbum mais bonito do nick cave: the boatman’s call (além disso tem parênteses no nome, estiloso paca…)
The Mercy Seat, claro, porque mesmo repetindo o refrão “500 vezes” seguidas, consegue não ser enjoativa, pelo contrário, dá vontade de ouvir mais e mais e mais…
The Mercy Seat. Pq escutei quando tinha uns 13 anos e fiquei obcecada pelo Nick Cave - o que só fez bem para a minha formação musical, claro. E pq, segundo a Uncut última, é a música preferida dele mesmo.
Minha canção preferida de Nick Cave é “Are You The One That I’ve Been Waiting For?” por conta do verso “the stars will explode in the sky”, que ecoou na minha mente durante anos por motivos até hoje insondáveis.
Acredito que hoje eu diria “More News from Nowhere”, numa fase de fim de ano, início dos 26, a expectativa de uma mudança brusca na vida, e o que vem são só More News from Nowhere….
It gets stranger every year…
Sinceramente? “Where The Wild Roses Grow”, mas a versão com a Kylie Minogue. Porque a mistura não é desconfortável e eu não tenho vergonha de ser gay e curtir mais Kylie do que Nick.
“Into my arms” é o aconchego niilista. Parece cantada para um cadáver muito especial.
difícil escolher uma, mas a agônia dele ao cantar No More Shall We Part me emociona.
Tupelo,do Firstborn is Dead.Dizem que a primeira impressão,é a que fica na memoria.Tenho medo até hoje dessa musica.
“Into my arms”, uma verdadeira canção de amor. Como o próprio Nick Cave disse com mais propriedade certa vez, o tipo de canção bela e trágica que “apetece pegar no dedo mindinho de alguém e parti-lo em três pedaços”. Aqui, Nick Cave provou estar à altura de gênios como Leonard Cohen e Lou Reed.
the mercy seat. era 1989, e tinha acabado de descolar na casa de um amigo uma revista do sandman e alguns discos, entre eles, o tender prey. nunca tinha ouvido nick cave, e coloquei pra rolar umas onze horas da noite, sentei na cadeira, e comecei a ler o sandman ouvindo o disco, que abre com mercy seat. parecia a trilha sonora ideal para o livro, com aquelas vozes indo e voltando, e repetindo o refrao igual a um mantra. desde entao, ganhei duas paixoes, neil gaiman e mercy seat, do cave.
There she goes, my beautiful world…só porque estava ouvindo hoje de manhã…ela é meio psicótica, mas ainda sim, mais pop…Muito boa. Ela ao vivo no Jools Holland é matadora.
“Straight To You”, pelas lebranças de uma época… canção arrebatadora , o cenário desolador da letra, tudo !
Mas são várias, covardia.
“Henry Lee”, por ser uma canção (tragicamente) sensual e pela participação de PJ Harvey - retocando o cenário em grandioso estilo.
Loverman. Tem funcionado com vodca e luz apagada. Fico novo depois disso pra ouvir Chet Baker.
Sorte a todos , pois ja comprei o meu !! Agora sugiro que quem nao for sorteado que compre tambem ! Nick Cave e um cara doente ,demente , psicopata , mentalmente pertubado,esquizofrenico, ja nasceu com traumatismo craniano.
Minha canção favorita do Nick Cave é ‘Foi na Cruz’, por sua sinceridade, religiosidade e beleza.
Um cara como Cave torna a missão de escolher uma só música quase impossível, e olha que eu nem sou um profundo conhecedor da discografia dele. mas vou de “babe, you turn me on”, porque faz parte de um passado que não volta mais.
abraço!
A minha musica preferida é Papa Won’t Leave You, Henry do albúm Henry’s Dream de 1992…musica esta que abre o albúm citado…
Adoro , apesar de não conseguir acar uma predileta, “Fifteen Feet of Pure White Snow”. Aquilo tem uma atmosfera interessante que sempre me lembra das cituações de solidão, quase sempre frequentes. Tudo branco, tudo frio, só você e o mundo rígido.
slowly goes to the night, pois é trilha pra uma trepada homérica!
“Do you love me?” é minha predileta e a mais conhecida também e escolho ela porque não importa a pessoa e o amor, sempre restará a dúvida.
Nome completo Arlen C. de Andrade
The Mercy Seat, porque virou um earworm em looping infinito desde que ouvi pela primeira vez.
Into My Arms
Porque a letra reflete como o amor é: além das diferenças de pensamento. Uma religião própria.
É “Line Tree Arbor”. É comovente ver uma matadora canção de amor dessa vindo do Nick Cave.
Slowly goes the night
Pq é a maior música de fossa que já foi escrita.
Quando o Echo and Bunnymen veio no Brasil nos 80´s perguntaram para o Ian,qual cantor/banda que nunca o tinha decepcionado.
Pra mim Nick Cave é o cara que nunca me decepcionou,desde o inicio de sua carreira ele sempre fezgrandes discos.E sua grande canção é -WHERE THE WILD ROSES GROW -.Letra e musica são perfeitas,Nick Cave consegue com sua interpretação mostrar oquão doentia pode ser a mente humana,na frase “você é linda mas tem que morrer´´ o assassino parece dizer,voc~e é muito bonita pra viver nesse mundo doentio.sem dizer que ele consegue fazer uma cantora pop descartavel como a Kylie Minogue ser tão cool e perfeita,só mesmo Nick Cave pra realizar tal proeza.
Escolho Hallelujah, do No more shall we part, por ter sido a primeira música que eu ouvi dele, e aquele violino sofredor não me saiu da cabeça durante meses. HALLELUJAH!
minha preferida dele é Where the Wild Roses Grow porque… precisa justificar o gosto por alguma música do Murder Ballads? acho que não!
difícil escolher uma só, mas Into my Arms é minha preferida porque ouvi a primeira vez como um ‘presente’ de uma pessoa que passou intensamente pela minha vida, e de certa forma ainda passa, toda vez que ouço essa música.
A canção que eu mais gosto é “Love Letter”, porque é tão pungente que dá vontade de fechar as cortinas e abrir aquela caixa antiga onde guardamos os mais secretos desejos “I kiss the cold, white envelope… I press my lips against her name”. Música pra deixar o coração saltar do peito…
“Hallelujah”. Não sei explicar porque, mas é ela.
Abs.
into my arms - porque faz esquecer-me.
Henry Lee: além de ser foda tem a PJ lambendo nossos ouvidos.
Pra mim, a musica “To be by your side” é uma das muitas, muitas músicas do Nick Cave. Sinto-me livre ouvindo.
“from her to eternity”
lembra da cena no filme? “não pense nela, não pense nela, NÃO PENSE NELA”… para em seguida apresentar a música dessa maneira: “essa é uma música sobre uma mulher que…”.
“from her to enernity” me faz lembrar que as coisas ainda tinham alguma importância, tinham peso, significavam algo…
“My Cup Is Empty”. sei lá. sempre sinto que essa música trata da metáfora do copo ‘meio cheio/meio vazio. questão de perspectiva.
Minha música preferida (no momento) é From Her to Eternity. É a mais perfeita mistura de tensão e violência.
‘Where the Wild Roses Grow’ com a Kylie Minogue. Porque eu tinha uns 12 anos quando ouvi, e estava começando meu curso de inglês e decidi tentar traduzi-la e fiquei apaixonada pela música e conseqüentemente pelo Nick Cave.A partir daí ele sempre esteve presente.
“The Weeping Song”, por três motivos: o andamento hipnótico, a letra que sintetiza os caminhos temáticos do Nick Cave e a participação do Blixa Bargeld nos vocais. Foi também uma das primeiras que escutei, há quase 10 anos. Tenho acompanhado a carreira dele junto aos Bad Seeds de lá pra cá, lamentando a saída do Blixa e festejando a pegada mais rocker do último álbum de estúdio.
Certa vez convidei uma amiga pra ir jantar comigo, eu estava cozinhando e faltou algum ingrediente, tive que sair correndo pra comprar na hora. Como sabia que minha amiga gosta de Nick Cave, coloquei um CD pra ela ficar escutando enquanto eu me ausentava por uns instantes. Quando retornei, rapidinho,
um silêncio reinava no apartamento. Perguntei pra minha amiga o que houvera e ela me disse que tinha desligado, pois ficou prestando atenção na música, e estando sozinha, começou a ficar com medo. Não aguentou e desligou o player. Estava tocando “Christina The Astonishing” e o cd era o Henry’s Dream,
um dos meus favoritos.
Mas hoje, a minha favorita é “BABE, YOU TURN ME ON”. Como uma música calma, lenta, quase triste, consegue me passar tanta alegria, só o tio Nick sabe. Quando ele termina, imitando o som de uma bomba, com a boca no microfone, eu sempre abro um sorriso. E dá vontade de pular, cantar, beijar a namorada e dizer pra ela: Baby, you turn me on!
ps: Dudu, eu estava nesse show. Quando digo que o Nick Cave já tocou em Porto Alegre (de grátis, na usina do gazômetro) ninguém acredita. Deveria ter umas 50 pessoas no máximo e eu lá sem saber se chorava ou se sorria. Sem acreditar no que estava acontecendo.
” Into my arms ” porque ele acredita no amor incondicional.
“The Curse of Millhaven”. Cara, essa música é uma obra prima da literatura em forma de música. O enredo dessa música é de dar inveja em Edgar Allan Poe. Sem contar na abertura tem um caos, gritos de desespero e coisas quebrando ao mesmo tempo. Dá pra fazer um filme só com essa música cara.
Pelo história, que poderia ser até mesmo um filme, fico com “O’malley’s Bar”
Em “The Ship Song”, Nick Cave canta a guerra do desapego sentimental versus o apego físico, o início do desamor, qdo o casal tenta - em vão - desenredar o amor do sexo. Nick Cave mostra o quão é difícil empostar o vozeirão pra soltar um “And you, you must try to fly.”
“No Pussy Blues”! Porque é uma música sobre buceta e a falta que ela faz em nossas vidas.Muito pertinente.
Minha favorita é com certeza The Mercy Seat, embora seja uma escolha meio óbvia haha. A música mais assustadora, estomacal, porradenta que eu já ouvi. Me arrepio sempre com a seção de cordas, é definitivamente aquele tipo de música incrível que fica na sua cabeça como um filme enigmático.
Parece aquelas perguntas “Você gosta mais do Pai ou da Mãe?” E qualquer coisa que você responda vai decepcionar alguém! Mas vamos lá a melhor música é: O’Malley’s Bar, pois consigo imaginar Bunny e Bunny Jr deixando O BAR um pouco antes do feito, após ter pago um drink para The Mam of Red Right Hand e baterem de leve na traseira da caminhonete de Jerry Bellows… ao lado do sedam de Kathleen Carpenter… Nesse som Cave é cineasta Sam Peckinpah, é o escritor beatnik, é o cicerone de uma ida aos infernos! Bravo!
‘Red right hand’ tem uma descrição tão ‘realista’ do mal, que assusta. Se fosse um livro, seria algo entre Stephen King e Edgar Alan Poe.
Não tem como não sentir-se dentro de ‘Red Right Hand’. Vamos caminhar juntos para o mais profundo dentro da gente. E saber sentir deixa de ser suficiente quando sentimos aquela sensação feito a de máquina de trituração, nos desatarraxando do corpo e nos reconfigurando diferentes em cada segundo de ação, em cada acorde. É uma música que foi longe comigo, com meus passos; e em muitas de minhas caminhadas noturnas rumos aos bares de madrugada. É para se reconhecer, se não inteiro, pelo menos na maior parte.
A mais pop das canções de Nick Cave, Straight To You. É dilacerante e visceral escutar um compositor como Cave cantar, em uma era como a nossa em que as relações sentimentais foram dominadas pelas relações econômicas supérfluas e instantâneas, algo que toca a alma e fala, numa balada forte sobre amor incondicional mesmo em um mundo à beira do abismo apocalíptico. “E as carruagens dos anjos colidindo… os santos estão todos bêbados e uivando para lua… e a angústia vem a galope… mas eu gritarei, amor, e virei correndo… direto pra ti”. É um poeta do século XIX, cantando o agoniado amor dos nossos tempos.
Do You Love Me?
Cave é Deus. Podia escolher outras milhares…
A que eu mais curto é Red Right Hand, e justamente pela “letra densa”, todo o lance da jornada do homem apavorado e corrompido por um mal desconhecido e implacável. Uma puta metáfora.
Além do clima da música, que só ressalta a paranóia.
“Hey man, you know, you’re never coming back”
Alguem tirou foto do Nick Cave no show em Porto Alegre ?
Mas minha musica preferida , embora sejam quase todas , é Red Right Hand . There is a light também é boa , apesar de pouco conhecida .
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