Posts from — Junho 2009
Duas músicas novas de Mallu Magalhães
Mallu mostra duas músicas inéditas - “Make It Easy” e “Just Give Him The Girl, and He’ll Give You Back The Show” - no Música de Bolso, edição 86. Assista aqui.
Junho 18, 2009 2 Comments
Raridades do Terminal Guadalupe para baixar
O Terminal Guadalupe colocou 66 MP3 para download no site Trama Virtual destacando dez músicas de um ensaio acústico da banda em estúdio em 2003 (com canções como “Burocracia Romântica”, “Como Se Fosse a Primavera” e “Vaso Quebrado”) e o excelente disco ao vivo “Como Despontar Para o Anonimato” (2008), uma compilação dos melhores momentos do projeto “Terminal Guadalupe apresenta…”, que teve seis edições entre 2007 e 2008.
Além do álbum ao vivo e do ensaio de 2003 ainda tem o EP “Delação Premiada”, de 2005 (a versão de “Tambores”, mais rápida, é imperdível), e os discos “Burocracia Romântica” (2003), “Vc Vai Perder o Chão” (2005), “A Marcha dos Invisíveis” (2007) e o EP “O Tempo Vai Me Perdoar” (2009). Tudo aqui. Um novo EP, com a nova formação da banda, está previsto para julho.
http://tramavirtual.uol.com.br/terminal_guadalupe
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Outros downloads:
- “Machismo EP”, Giancarlo Rufatto (aqui)
- “Hoje”, Lestics (aqui)
- “Aceitação do 14″, Lulina (aqui)
- “Aos 28 Anos Dei Reset Na Minha Vida”, Lulina (aqui)
- “Pareço Virtual”, Cérebro Eletrônico (aqui)
- “Pouca Vogal“, Humberto Gessinger com Duca Leindecker (aqui)
- “Tudo Que Eu Sempre Sonhei”, Pullovers (aqui)
- “C_mpl_te”, do Móveis Coloniais de Acajú (aqui)
- “A Força do Hábito”, Poléxia (aqui)
- “Oyo”, Diego Medina (aqui)
- “Translucidação”, Nei Lisboa (aqui)
- “Data Crônica”, Felipe Shuery (ex-Lasciva Lula) (aqui)
- “The Way Opa!”, Superphones (aqui)
- “No Chão, Sem o Chão”, Romulo Fróes (aqui)
Junho 18, 2009 2 Comments
Sobre albergues e trens na Europa
A Diana está fazendo planos para um mochilão, e me pediu dicas sobre albergues e passagens de trem e tal. Para dividir com os demais leitores, segue a resposta abaixo. E quem tiver coisas legais para acrescentar, por favor, comente.
1) Albergues: tanto no ano passado quanto neste estou indo com todos os albergues e estadias reservadas. Reservei quase tudo pelo Hostel World (http://www.hostelworld.com/) e alguns pelo Homelidays (http://www.homelidays.com). São dois modos de se olhar para essa opção: a gente fica mais despreocupado com o lugar onde vai dormir, porém a viagem fica toda fechada, sem possibildiades de se fazer uma loucurinha (tipo acordar num dia em Berlim e dizer: “acho que vou pra Viena hoje” - risos). Por outro lado, tenho uma experiência que pode te ajudar: quando eu estava em Málaga, na Espanha, no ano passado, gostei tanto da cidade que resolvi ficar mais uns dois dias. Porém o albergue em que eu estava alojado não tinha mais vagas para eu ficar além do que eu já tinha pré-reservado. Acordei na manhã do check-in, entrei no hostel world e achei super fácil um outro albergue (que por sinal era melhor do que o que eu estava). Tem uma outra história também: odiei o albergue de Paris e sai para bater perna atrás de um hotel. Achei um (1 Estrela, mas ajeitadinho) que me custou 10 euros a mais (o albergue era 24 a diaria, o hotel saiu por 34). Ou seja, você encontra estadia no dia em que chegar. Talvez valha olhar antes para ter um norte, e resolver uns dois ou três dias antes só para não perder tempo em Paris ou Barcelona caminhando na rua procurando hotel enquanto você poderia estar olhando a cidade, mas sempre se encontra lugar pra ficar. (importante: se vocês forem fora da grande temporada - entre 14 de junho e 14 de agosto - é ainda mais fácil encontrar lugares pra ficar. E outra coisa: a crise afastou muitos turistas da Europa, então teoricamente há mais lugares para ficar). Ah, eu fiz a carteirinha de alberguista… e não usei uma vez sequer. Pode chegar chegando.
2) Eurailpass: não tenho experiência nenhuma com ele, mas já me falaram mil maravilhas, viu. É preciso saber usar (algo que eu mesmo nunca fucei muito), e ter tempo útil para fazer os trajetos que compreendem o pacote que você escolher, mas acredito que valha a pena. Agora, se sua amiga disse que é possível encontrar passagens de trens em conta dias antes da viagem, vale arriscar. Se rolar, é uma vantagem. Se não rolar, no máximo, vocês vão gastar mais num primeiro trecho, e depois investirem no passe. Eu fiz poucos trechos de trem no ano passado, só mesmo na Espanha (http://www.renfe.es/), e ganhei um belo desconto comprando antecipado. Fiz praticamente todos os trechos de avião, a maioria pela Easyjet e a Ryanair. São duas companhias barateiras, sendo que a primeira ainda faz pousos em alguns aeroportos principais, e a segunda quase sempre é em aeroportos secundários (ou seja, tem que colocar no valor total da passagem o translado da cidade x até a cidade principal). Para essas companhias, comprar antecipadamente é um grande negocio. Ano passado, o único trecho que deixei para comprar em cima da hora (de Berlim para Glasgow), para aproveitar o melhor dia do cartão de crédito, a passagem subiu quase 50% (era algo em torno de 80 euros e foi pra 130 euros!
Junho 18, 2009 8 Comments
Revista Trip aposta em nove novos artistas

Inspirada em uma capa da clássica revista Realidade de 1966, a Trip aposta em nove novos artistas essenciais da música brasileira e constata que a cena atual é quase uma orgia: todo mundo toca com todo mundo e o prazer é geral. Na capa da revista, em sentido horário, a partir do homem de terno: Rubinho Barsotti (Zimbo Trio), Jair Rodrigues, Nara Leão, Paulinho da Viola, Toquinho, Magro (MPB-4), Caetano Veloso, Chico Buarque e Gilberto Gil. Na seleção dos Nove Novos da Trip em 2009, no sentido horário: Junio Barreto (de terno), Hélio Flanders, Thalma de Freitas, Rômulo Fróes, Ganjaman, Tatá Aeroplano, Catatau, Kassin e Céu. Leia aqui a reportagem.
Junho 17, 2009 5 Comments
Três horas de Bruce Springsteen em Roma
Gentile Cliente
con la presente siamo ad informarLa che per il primo dei suoi tre concerti italiani, il 19 luglio allo Stadio Olimpico di Roma, Bruce Springsteen dovrà aspettare le 22.00 prima di salire sul palco e dare inizio a tre ore di show di fronte al ‘pubblico migliore del mondo’, come lui stesso ha definito i fans italiani in una recente intervista a Vanity Fair. Il provvedimento è stato deciso dalle Autorità della Capitale per evitare la contemporaneità fra il concerto di Bruce Springsteen and the E Street Band e le gare della prima giornata dei Mondiali di Nuoto, in programma al Foro Italico, struttura adiacente allo stadio.
Cordiali saluti
Customer Care & Billing
Ps. Lili, traduz nos comments, please. ![]()
Junho 17, 2009 3 Comments
Acabou de chegar por mailing
…da Ticketmaster britânica o convite para comprar os ingressos para o festival Hard Rock Calling, no Hyde Park, em Londres, daqui dois sábados (27/06), com Pretenders, Fleet Foxes, Ben Harper & Relentless7, Seasick Steve e Neil Young. 45 libras (cerca de R$ 160).
O primeiro show do sábado deve começar exatamente quando eu entrar no avião para Paris… massssssssss o vôo de conexão Paris/Londres domingo de manhã deve pousar em Heathrow às 11h e no último dia do festival tem… Bruce Springsteen, e o último lote de ingressos (que estavam esgotados até semana passada) acaba de ser colocado à venda…
Junho 16, 2009 2 Comments
Contagem regressiva: 11 dias
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Junho 16, 2009 2 Comments
Opinião do Consumidor: Mac Queens Nessie

Teste de Qualidade: Mac Queens Nessie
- Produto: Cerveja Scoth Ale
- Nacionalidade: Austríaca
- Graduação alcoólica: 5%
- Nota: 3/5
A Áustria também faz cerveja, e boa. A Eggenberger Mac Queens Nessie é um ótimo exemplo. Ela é fabricada por uma das mais antigas cervejarias da Europa, a Eggenberg, no castelo de mesmo nome (datado do século 10). O castelo fica no estado de Salzburg, região dos Alpes Austríacos, às margens do rio Alm – cuja água é usada para a produção das cervejas.
Com 5,0% de teor alcoólico, a Nessie é uma cerveja de alta fermentação fabricada com malte de uísque de Highland, na Escócia, e homenageia em seu nome e rótulo o lendário monstro escocês do Lago Ness. Ela tem cor âmbar puxada para o alaranjado e matura por dois meses antes de seu engarrafamento. Seu paladar é agradavelmente delicioso e defumado com toques de caramelo, malte e muito pouco amargor. O aroma lembra café, mel, frutas cítricas e malte.
Apesar de ser uma cerveja austríaca, a Nessie segue o estilo escocês e sua principal característica é o malte de uísque – valorizado no aroma e no sabor. É uma cerveja bastante leve cuja maturação por dois meses em madeira também marca presença no conjunto final, e o leve amargor não a transforma em uma cerveja muito adocicada, o que é muito bom. Pode ser encontrada em empórios entre R$ 10 e R$ 14 (a garrafa de 330 ml) e vale muito experimentar.
Junho 15, 2009 No Comments
Blur, 150 pessoas e 28 músicas
O Blur fez seu primeiro show em dez anos no sábado diante de uma platéia de 150 pessoas composta por familiares, amigos e fãs na cidadezinha de Colchester, a 90 quilômetros de Londres. Daqui 18 dias estarei frente a eles no Hyde Park, e se o repertório for algo perto disso que eles tocaram no sábado estarei imensamente feliz:
“She’s So High”
“Girls and Boys”
“Tracy Jacks”
“There’s No Other Way”
“Jubilee”
“Badhead”
“Beetlebum”
“Trimm Trabb”
“Coffee & TV”
“Tender”
“Country House”
“Charmless Man”
“Colin Zeal”
“Oily Water”
“Chemical World”
“Sunday Sunday”
“Parklife”
“End of a Century”
“To the End”
“This Is A Low”
“Popscene”
“Advert”
“Song 2″
“Out of Time”
“Battery In Your Leg”
“Essex Dogs”
“For Tomorrow”
“The Universal”
Junho 15, 2009 3 Comments
Sobre o fim - de semana e de romances
Uma das coisas que eu pensava ao dormir na noite de quarta era de que iria aproveitar o feriadão para dormir e descansar. Me esconder do frio com Lili debaixo de edredons. Ledo engano. É impressionante como gostamos de nos enganar. Ficar sem fazer nada é algo que me incomoda ferozmente. Adoraria ficar deitado o dia todo vendo filmes, comendo pipoca e me enrolando com a namorada (não necessariamente nessa ordem), mas quem diz que consigo.
Desta forma, assim que acordamos e percebi o sol quente pela janela, já tirei Lili da cama para tomarmos café na Padaria Boulevard (pare no balcão e peça a “Boa” com um capuccino! Seu dia vai ficar muuuuito melhor), e depois seguirmos para o centro da cidade para pesquisarmos preços de aquecedores e netbooks. Acabamos comprando o primeiro, afinal, como você sabe, a sensação térmica do meu apartamento é de 5 graus (Bianca e Fernando, vocês chegaram com o aquecedor ligado, não vale!).
No fim da tarde de quinta, várias mensagens chegaram ao celular. “Vamos beber? “. E eu: “Talvez”. “Vamos para um boteco?”. E eu: “Talvez”. Por fim acabamos indo para o Fuad jantar picanha no saralho e jogar conversa fora. Quase perdi minha cabeça quando Ligilena, do alto de sua tarde entornando vinho e da noite a base de cerveja, não se conformou em eu nunca ter assistido “ET”, e arremessou o DVD pirata de “Se eu Fosse Você 2″, que passou tirando lasca de meu pescoço. Morrer tudo bem, mas com a cabeça decepada por Tony Ramos e Glória Pires não. (hehe). Vou assistir ao filme. Prometo.
A sexta prometia. Era dia dos namorados (com direito a abrirmos a última garrafa de vinho que trouxemos de Santiago dois anos atrás), tinha uma festa mexicana para ir, show do Caetano no Credicard Hall, mas tudo se resumiu a rodar alguns sebos, conhecer a pequena (apenas 45 cm) e linda Olivia (seja bem-vinda, princesa), de dois dias, filha da Dre e do Marco, que me tirou algumas lágrimas dos olhos, e conferir o novo show de Cae mais à noite, sobre o qual escrevi aqui. Nem o vinho abrimos, mas já marcamos outra data para tirar a rolha da garrafa.
O sábado foi o dia mais corrido do feriadão. Fiquei um tempo na Velvet CDs, e depois corri para o Veloso, para encontrar vários amigos e o sensacional bife de tira (bati a foto que abre o post com a máquina da Capitu). Ficamos de 12h30 até às 19h no lugar, e bebi seis caipirinhas de cachaça (Lili diz que foram sete, onde já se viu: eu bebo, e ela que perde a conta). Deu tempo de voltar pra casa e dormir duas horas antes do esquenta para o show de Jens Lekman, no Studio SP. Eu acordei às 22h03, coloquei os pés no chão, e um amigo ligou: “Vai rolar? Tô chegando”. Levantei, caminhei até a sala e o interfone toca com outro amigo na porta.
Um tempo depois, já com o Fernando, a Bianca e os Tiagos na sala vendo DVDs do programa de Jools Holland, liga a Ligelina. “Mac, chamei um pessoal para ir ai? Tudo bem?”. Resposta afirmativa. “Mas é uma turma grande”. Outra resposta afirmativa e acho que desde o dia que abrimos a casa não havia tanta gente bacana reunida no mesmo lugar. Era uma vez três Patricia, algumas Leffe, outras Baker de trigo e felizmente alguns gostaram da cachaça forte Milagre de Minas, que eu e Lili trouxemos de Ouro Preto. Foi bem divertido.
Já o show do Jens foi… interessante (a foto é da Lili; mais aqui). No palco, só ele (na voz belíssima e na guitarra ocasional) acompanhado do amigo Victor, que soltava via laptop a base das canções. Sim, é isso que você pensou mesmo: quase um playback. Os arranjos são lindos, alguns de chorar, mas a apresentação é quase como uma noite em uma churrascaria. Jens pode ser definido canhestramente como o Wando da Suécia. Wando, aliás, que na Virada Cultural tocou a clássica “Fogo e Paixão” acompanhado de bateria eletrônica e uma guitarra. Como Jens. “Black Cab”, “The Opposite Of Hallelujah”, “You Are The Light” e a hilária versão de “A Postcard To Nina” (com Ana Garcia, do Coquetel Molotov, traduzindo no segundo microfone) foram os grandes momentos da noite.
Domingo eu deveria ir a Taubaté visitar as três mulheres da minha vida que residem lá (a mãe Vilma, a irmã Cristiane e a sobrinha Gabriela), e tentar dar um olá para a quarta (a afilhada Amanda), mas não rolou. Minha irmã estava de mudança, e ninguém precisa de visitas em dia de mudança. Acabamos ficando em casa e fomos à tarde, na companhia de Tiago Agostini e Marina Person, conferir a sensação indie “Apenas o Fim” (assista ao trailer), longa-metragem de estréia do estudante universitário Matheus Souza, da PUC-RJ, um interessantíssimo retrato de geração cujo pano de fundo é o fim de uma história de amor (conhecido por todos aqueles, de 8 a 80, que já viveram algum romance na vida).
O roteiro assim como as boas atuações de Érika Mader e Gregório Duvivier credenciam – e muito – o filme. Lembrou-me claramente a primeira vez que li “O Clube dos Corações Solitários”, romance de estréia do amigo André Takeda, no que aquilo mais representava pra mim: alguém como eu escrevendo no terreno que já foi habitado por deuses do quilate de Rimbaud, Shakespeare e Huxley. É o velho sintoma de “não estou sozinho no mundo”, sabe. Afinal, por mais que Lygia Fagundes Telles e Vinicius tenham me traduzido dezenas de vezes em momentos especiais de minha vida, eles estão no cerne da dor, lá no fundo do âmago, enquanto Takeda e Matheus Souza mostram a timidez no olhar. Eles exteriorizam algo que só quem está vivendo a mesma época que eles consegue perceber – e rir e se envergonhar.
Já faz tempo que deixei de viver a mesma época de Matheus Souza, por isso mesmo que as referencias a coisas como Tartarugas Ninjas e Nintendo não me comovem, mas já estive tantas vezes face a face com o fim do amor que é impossível não sentir um arrepio na espinha quando observo uma história chegando ao fim. É extremamente natural que, conforme envelhecemos e passemos pela faculdade, deixemos de ser inocentes para nos transformarmos em cínicos, mas a dor do fim do amor, meu (minha) caro (a) amigo(a) continua doendo aos 12, aos 21 , aos 34 e, acredito eu, aos 50 e tantos (Caetano, sofrendo e compondo como um menino é um bom exemplo disso).
Tirando a história de amor e dor, “Apenas o Fim” ainda me assustou ao imaginar a força com que os Los Hermanos bateram na geração estudantil desta década. Eu que acredito que o “Bloco do Eu Sozinho” seja o disco dos anos 00 fico triste pela postura da banda, grandiosa demais, posada demais, em que os personagens se agigantaram ignorando a história (que eles mesmos admiravam). Como Marcelo Camelo pode se sentir grande perante a obra de Chico Buarque? Desculpe-me, mas a humildade (com H maiúsculo e dourado? – risos) deveria ser exemplo. Para mim, o sucesso do Los Hermanos foi mais maléfico do que benéfico, mas não se preocupe, é meu lado cínico reclamando do estado das coisas. Veja o filme. Leia o livro do Takeda. Jogue fora seus discos do Los Hermanos. Sonhe. E me desculpe pelo post confuso. Devo estar bêbado… ainda (risos).
Junho 15, 2009 7 Comments
Novo EP de Giancarlo Ruffato para download
O compositor Giancarlo Rufatto está disponibilizando o EP “Machismo”, que traz três canções inéditas, para download gratuito. Segundo Ruffato, “Oquei”, “Culpe o Café das Três” e “Como Estão Sendo Seus Dias Sem Mim” foram “inspiradas ‘na total incompetência do homem para com os relacionamentos.” Baixe aqui.
O Terminal Guadalupe, por sua vez, colocou quase toda a discografia para download gratuito no Trama Virtual. Estão lá os discos “Burocracia Romântica” (2003), “Vc Vai Perder o Chão” (2005), “A Marcha dos Invisíveis” (2007), o álbum ao vivo “Como Despontar Para o Anonimato” (2008) e o EP “O Tempo Vai Me Perdoar”. Tudo aqui.
Outros downloads:
- “Hoje”, Lestics (aqui)
- “Aceitação do 14″, Lulina (aqui)
- “Aos 28 Anos Dei Reset Na Minha Vida”, Lulina (aqui)
- “Pareço Virtual”, Cérebro Eletrônico (aqui)
- “Pouca Vogal“, Humberto Gessinger com Duca Leindecker (aqui)
- “Tudo Que Eu Sempre Sonhei”, Pullovers (aqui)
- “C_mpl_te”, do Móveis Coloniais de Acajú (aqui)
- “A Força do Hábito”, Poléxia (aqui)
- “Oyo”, Diego Medina (aqui)
- “O Tempo Vai Me Perdoar EP”, Terminal Guadalupe (aqui)
- “Translucidação”, Nei Lisboa (aqui)
- “Data Crônica”, Felipe Shuery (ex-Lasciva Lula) (aqui)
- “The Way Opa!”, Superphones (aqui)
- “No Chão, Sem o Chão”, Romulo Fróes (aqui)
Junho 12, 2009 5 Comments
Frio
Muito
Junho 11, 2009 4 Comments
The Opposite Of Hallelujah
The Opposite Of Hallelujah
Jens Lekman
I took my sister down to the ocean
But the ocean made me feel stupid
Those words of wisdom i had prepared
All seemed to vanish into thin air
into the waves i stared
I picked up a sea-shell to illustrate my homelessness
But a crab crawled out of it making it useless
And all my metaphors fell flat
Down on the rocks where we sat
She asked where are you at?
But sister, it’s the opposite of hallelujah
It’s the opposite of being you
You don’t know cause it just
Passes right through you
You don’t know what I’m going through
You don’t know what I’m going through
You don’t know what I’m going through
You don’t know what I’m going through
We made our way home on the bikes we had borrowed
I still never told you about unstoppable sorrow
You still think I’m someone to look up to
I still don’t know anything about you
Is it in you too?
You’ve got so much to live for, little sister
You’ve got so much to live for
But sister, it’s the opposite of hallelujah
It’s the opposite of being you
You don’t know cause it just
Passes right through you
You don’t know what I’m going through
You don’t know what I’m going through
You don’t know what I’m going through
You don’t know what I’m going through
You don’t know what I’m going through
Download - (Botão direito, salvar como)
Jens Lekman faz shows em SP (13/06), Porto Alegre (14/06), Recife (16/06) e Curitiba (17/06). Mais infos aqui.
Junho 10, 2009 2 Comments
A história do Edifício Martinelli
Eu adoro a história do Edifício Martinelli, cuja lateral emoldura a foto acima, tirada em meio a uma feijoada com caipirinha no Salve Jorge, do centro de São Paulo. A história, resumidamente, é a seguinte: o Edifício Martinelli, com 30 pavimentos, foi o primeiro arranha céu do Brasil. Está localizado no triângulo formado pela Rua São Bento nº405, Av. São João nº 35 e Rua Libero Badaró nº 504, no centro de São Paulo. Porém, vários percalços marcaram a sua construção até sua inauguração em 1929. Muita gente não acreditava que o prédio fosse ficar em pé por muito tempo, então o comendador Martinelli, que fez a obra assistido pelo arquiteto húngaro William Fillinger, da Academia de Belas Artes de Viena, decidiu pelo óbvio: quando o prédio alcançou 25 andares (a primeira previsão era de apenas 10), fez uma mansão de 5 andares no topo, e foi morar lá. A história toda - bem interessante - pode ser lida aqui, mas bate um google que há outros links legais.
Ps. Em dez anos morando na cidade, ainda não visitei o topo do prédio. Vou agendar uma visita.
Junho 9, 2009 2 Comments
O disco novo dos Titãs
Eu não achava que isso fosse acontecer, mas saiu a primeira nota zero da 500 Toques. Aqui. E tinha acabado de sair uma nota 10 uns dois dias antes aqui…
Junho 9, 2009 No Comments
Dezenove sites essenciais na web brasileira
“Como em qualquer lista, foi uma escolha subjetiva. O gosto pessoal pesou mais do que um suposto valor objetivo ou crítico de cada um dos escolhidos. A Revista Bula apurou, num período de seis meses, as leituras de 51 colaboradores, compartilhadas pelo Google Reader. O resultado contempla uma série de 19 sites/blogs, de díspares perfis e tendências, mas que se tornaram referências por seus conteúdos, espécies de pérolas, em meio ao lixão da internet brasileira. Resenhas, ensaios, textos críticos e literários, sugestões de leituras, filmes, música, vídeos, links, humor, tecnologia. Em comum: o poder de manter-nos grudados numa tela de computador”.
O Scream & Yell é um dos 19 sites. Veja a lista completa aqui.
Junho 9, 2009 1 Comment
Jens Lekman fará shows em quatro capitais
A partir do dia 13 de junho, o público brasileiro poderá conferir ao vivo um dos maiores destaques da cena musical da Suécia, o cantor Jens Lekman. Em sua segunda vinda ao país, Jens faz show desta vez em quatro cidades, incluindo São Paulo e Curitiba e se apresentando pela primeira vez no Recife e em Porto Alegre.
A turnê de Jens Lekman faz parte do projeto Invasão Sueca, uma parceria do Coquetel Molotov com o Swedish Institute, e é uma prévia do festival No Ar Coquetel Molotov que acontece em setembro deste ano no Recife. Nos shows, o crooner sueco interpreta as canções de seu mais recente álbum “Night Falls Over Kortedala”, ainda inédito no país, mas bastante elogiado pela crítica internacional.
O primeiro show de Jens Lekman acontece no sábado (13/06) em São Paulo. No dia seguinte, o cantor parte para se apresentar em Porto Alegre. Dia 16 será a vez de Recife. A turnê se encerra em Curitiba no dia 17, quando Jens se reencontra com o público curitibano no bar Era Só O Q Faltava.
TURNÊ - JENS LEKMAN NO BRASIL
INVASÃO SUECA 2009
www.invasaosueca.com.br
Sábado - 13/06
Abertura: Thiago Pethit
Local: Studio SP | São Paulo
Ingressos: R$ 30 (antecipado); R$ 80 / R$ 40 (na hora)
Endereço: Rua Augusta, 591 - Centro
Mais informações: www.studiosp.org
Domingo - 14/06
Local: Santander Cultural | Porto Alegre
Ingressos: R$ 10
Endereço: Rua Sete de Setembro, 1028 - Praça da Alfândega
Mais informações: www.santandercultural.com.br
Terça - 16/06
Local: UK Pub | Recife
Ingressos: R$ 20 (homem) / R$ 15 (mulher)
Endereço: Rua Francisco da Cunha, 165 - Boa Viagem
Mais informações: www.ukpub.com.br
Quarta - 17/06
Local: Era Só O Que Faltava | Curitiba
Ingressos: R$ 30 / R$ 15 (antecipados) | R$ 40 / R$ 20 (na hora)
Endereço: Av. República Argentina, 1334 - Água Verde
Mais informações: www.faltava.com.br
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Leia também:
- “Night Falls Over Kortedala”, de Jens Lekman, por Marcelo Costa (aqui)
- “When I Said I Wanted to Be Your Dog”, de Jens Lekman, por Juliana Zambelo (aqui)
- Download: baixe o vídeo de “You Are The Light” e os MP3 das canções “The Opposite of Hallelujah“, “Friday Night at the Drive-In Bingo” e “Black Cab” (botão direito do mouse e salvar como)
Junho 8, 2009 2 Comments
Dezenove dias para as férias
Começou a contagem regressiva. Tirando os quatro dias do próximo feriadão são apenas 14 dias de trabalho (estou de plantão na última semana antes das férias), e então 37 dias de andanças pelo Velho Mundo. Estou precisando demais disso. A vista está meio turva, o cérebro não consegue chegar a um resultado satisfatório numa soma de 2 + 2, e o frio paulistano chegou definitivamente. Hora de dar uma volta.
Ando um pouco relapso com meus textos, eu sei, mas acredite: não é por vontade própria. Algo está me bloqueando. Não tenho conseguido passar as coisas que venho sentindo para as folhas brancas do Word. Às vezes parece que ando com o coração envolto em uma bolha de plástico que o protege das coisas ruins do mundo, mas também das coisas boas. O que não quer dizer que não ando me arrepiando ultimamente. Imagina.
Por exemplo: na semana passada trouxe para o trabalho o bootleg das sessões de Elvis Costello com Paul McCartney. Assim que começou “My Brave Face”, com os dois dividindo os vocais, me arrepiei. Ainda não comentei da sessão do filme “Joe Strummer – O Futuro Não Está Escrito” (baixe aqui – com legendas toscas em português), mas sai da sessão revigorado, como se minha alma tivesse tomado uma ducha quente.
E, também, comecei a ler o sensacional “Um Ano na Vida dos Beatles e Amigos”, de Clinton Heylin (leia o prefácio aqui), cujos primeiros parágrafos serviram para voltar a me dar um norte sobre as coisas que me motivam a escrever. “Em muitos aspectos, o verão de 1967 foi o momento em que o resto do mundo alcançou os mais descolados, que haviam visto o mundo pop virar de cabeça pra baixo no ano anterior (algo muito parecido com o punk, uma década mais tarde”).
O fato é que ando em débito comigo mesmo – e com você. Vou tentar corrigir isso nos próximos dias, assim como vou atrás de um netbook para levar na viagem e relatar com mais precisão essa segunda ida ao Velho Mundo – e todos os pontos turísticos, e todos os shows, e todas as alegrias e mancadas. Saio de São Paulo em direção a Paris no próximo dia 27 voando de Airbus da Air France. Melhor não pensar muito, né. Mas que dá um friozinho no estômago, ahh dá.
27/06 - São Paulo / Paris
28/06 - Paris / Londres
29/06 - Londres
30/06 - Londres
01/07 - Londres
02/07 - Londres (Hyde Park: Blur, Foals, Friendly Fires, Crystal Castles)
03/07 - Londres / Paris
04/07 - Paris / Leuven (Rock Werchter: Nick Cave, Franz Ferdinand, Mogwai, Yeah Yeah Yeahs, Kings of Leon, Kate Perry, Social Distortion)
05/07 - Leuven / Paris
06/07 - Paris
07/07 - Paris (Leonard Cohen)
08/07 - Paris
09/07 - Paris
10/07 - Paris
11/07 - Paris / Bruges (Cactus: Paul Weller, Gutter Twins, Cold War Kids)
12/07 - Bruges (Cactus: Joss Stone, Calexico, Magic Numbers, !!!)
13/07 - Bruxelas / Berlim
14/07 - Berlim
15/07 - Berlim
16/07 - Berlim / Pisa / Firenze
17/07 - Firenze
18/07 - Firenze
19/07 - Firenze / Roma (Bruce Springsteen)
20/07 - Roma
21/07 - Roma
22/07 - Roma
23/07 - Roma / Veneza
24/07 - Veneza
25/07 - Veneza
26/07 - Veneza / Barcelona
27/07 - Barcelona
28/07 - Barcelona
29/07 - Barcelona
30/07 - Barcelona / Madri
31/07 - Madri
01/08 - Madri
02/08 - Madri / Paris / São Paulo
Junho 8, 2009 9 Comments
Novas de Leoni e mais 14 discos para baixar
O artesão pop Leoni já disponibilizou gratuitamente em seu site oficial oito músicas do sucessor do bonito “Outro Futuro” (escrevi sobre ele aqui), lançado em 2006 - além de outros brindes. Entre as inéditas, a nervosa “É Proibido Sofrer”, a reflexiva “Na Sala de Espera do Paraiso”, o blues “Os Amadores” (com uma letra que fala de coleções de sonhos perdidos e de pesos carregados no peito), a típica canção Leoni “Se Não Agora, Quando?” e uma nova versão de “Um Herói Que Mata”, do último disco do Heróis da Resistência. Baixe as músicas no link abaixo. É preciso fazer apenas um cadastro simples.
http://www.leoni.art.br/cds_dvds.php
Outros downloads:
- “Hoje”, Lestics (aqui)
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Junho 5, 2009 2 Comments
Meus cinco botecos preferidos em São Paulo

A primeira coisa que me disseram quando comentei que iria listar os meus botecos preferidos em São Paulo foi: “Que coisa de alcoólatra, hein”. A idéia, na verdade, era falar de alguns lugares legais que eu gostaria muito que outras pessoas – principalmente de fora – conhecessem. Por fim, acabei descobrindo que vou sempre aos mesmos lugares. Quase sempre (risos). Pra mim, a idéia de boteco vai muito além de um lugar para beber, beber e beber. Tem que ter comida boa também.
Na verdade, o Kebabel (de boas cervejas importadas e nacionais) na Fernando de Albuquerque poderia entrar na lista. Já tive ótimas (e péssimas) experiências no BH, na quadra de cima do Espaço Unibanco na Augusta, e é uma pena eles só terem cerveja long-neck. O Salve Jorge, com a melhor porção de polenta frita acompanhada de molho bolonhesa da cidade, merece uma citação assim como o The Pub, na Augusta, o Filial e o São Cristovão na Vila Madalena, e mesmo o Ibotirama, na esquina da Fernando de Albuquerque com a Augusta. O Leblon (desde que você não beba cerveja de garrafa que custa o dobro de um boteco comum) na Bela Cintra e o Bar do Léo, na rua dos Andradas, no centrão (sábado é dia de bolinho de bacalhau), merecem uma visita. No entanto, os meus preferidos são…
Veloso
É um botecão pé limpo com jeito de botecão pé sujo (o que traz um certo charme). Tem uma camisa do Juventus (da Rua Javari mesmo, não o italiano) na parede, as mesas de madeira bem próximas e quase sempre na lotação máxima. A cerveja é leve e você bebe como se fosse água, mas os carros chefes da casa são a melhor caipirinha da cidade (Souza, o responsável, foi eleito o melhor barman de São Paulo nos últimos três anos pelo seleto júri da Veja São Paulo) e as sensacionais porções de coxinha (foto acima) e bolinho de arroz com toque de calabresa.
As caipirinhas são algo. Tem de saque, vodka (nacional e Absolut) e cachaça (Velho Barreiro, mesmo). Opto sempre por esta última, e vou devorando o cardápio começando quase sempre por Tangerina, depois Frutas Vermelhas, Jabuticaba, Frutas Amarelas, Abacaxi e Carambola. As coxinhas são reverenciadas por muitos. Eu, por exemplo, passei dois anos ouvindo Lili dizer que nenhuma coxinha poderia ser melhor que a do Balbec, em Uberaba, até ela provar a do Veloso. Virou fã. Se vou com ela, é a primeira coisa que ela pede. Se vou sem ela, tenho que trazer uma porção pra casa.
Depois de freqüentar o bar durante um bom tempo (já faz uns três anos), passei da coxinha para o bolinho de arroz com toque de calabresa, com recheio que derrete na boca. O Veloso fica em uma rua de paralelepípedos na Vila Mariana, atrás da caixa d’agua entre as estações de metrô Ana Rosa e Vila Mariana. Paralelo a ele, e dividindo a mesma cozinha (ou seja, a mesma coxinha e o mesmo bolinho de arroz, mas não o mesmo barman) tem o Brasa Mora, uma versão ajeitada do Veloso. O cardápio é quase o mesmo que o do vizinho, com a vantagem que nele há um item especial: o sensacional bife de tira de picanha, meu prato preferido nessa cidade maluca. Aos sábados, tanto Veloso quanto Brasa Mora oferecem feijoada. Vale.
Rua Conceição Veloso, 56, Vila Mariana
http://www.velosobar.com.br/
Exquisito
Não lembro a primeira vez que fui ao Exquisito, mas foi nas primeiras semanas após a inauguração. Hoje em dia, quando algum amigo inventa de aparecer e quer beber em algum lugar, sempre indico o Exquisito. Encontrei a Helena (que me ensinou a fazer risoto), Camilinha (e o Carlos) e vários outros amigos diversas vezes ali. Por ficar na rua em que eu moro, por ter um dos melhores chopps escuros da cidade, por ser o primeiro bar de São Paulo a servir Patricia e Nortenha e também pela magnífica porção de bolinho caipira, algo que me faz suspirar e me leva direto para as festas juninas de infância em Taubaté. Eles também tem um cardápio de responsa de comidas latinas (com destaque para o chilli com carne) e a decoração do local é bem cool.
Rua Bela Cintra, 532, Consolação
http://www.exquisito.com.br
Esquinão do Fuad
Já faz uns seis ou sete anos que fui apresentado á picanha no saralho (eu escrevi saralho), e me apaixonei (por “culpa” da Karina, que me levou para conhecer seus amigos, que ficaram meus amigos, e até hoje batem cartão no lugar - nós todos). A especialidade da casa são as carnes, e esqueça bebidas especiais: o que funciona no Fuad são as cervejas de garrafa. Na minha última ida ao local, mês passado, quando fui cambaleante olhar a conta da mesa para deixar uma grana já estávamos em 39 cervejas. “Só faltam nove para esvaziarmos dois engradados”, pensei, mas não cedi a tentação e fui pra casa. Com certeza, o pessoal da mesa alcançou a marca. Hehe. A decoração é de botecão com uma infinidade de placas oferecendo as diversas especialidades da casa. Tempos atrás eles lançaram a Picanha a La Ronaldo, que vem acompanhada de mandioca e agrião. Apesar de ser corintiano, preferi continuar com a picanha no saralho. Ligelena é fã do lugar.
Rua Martin Francisco, 244, Santa Cecilia
http://www.esquinagrill.com.br
Bar do Zé
Eu morei seis anos na Rua Maria Antonia. Ok, três na esquina da Maria Antônia com a Dr. Vila Nova, e três na própria Maria Antônia. Não tem como deixar o Bar do Zé de fora de uma lista dos meus botecos prediletos de São Paulo. Cansei de beber sozinho no balcão observando a rua movimentada (geralmente por gente do Mackensie) assim como almocei diversas vezes em mesinha na rua (uma vez, inclusive, com o casal Stereo Total na mesa ao lado folheando uma cópia xerox do livro dos Mutantes). Fiquei completamente viciado no pão com mortadela e vinagrete e recomendo várias vezes o Monalisa, um delicioso sanduiche de quatro queijos. Aqui o negócio todo também gira em torno da cerveja de garrafa. Lembra muito um bar de bairro de cidade do interior. E ainda tem um porém: o pessoal dos Festivais (Chico, Paulinho da Viola) bebia aqui naquela época. Mais histórias? É só bater “Bar do Zé + Maria Antônia” no Google. hehe
Rua Maria Antonia, 216, Vila Buarque
Charm
A única coisa boa do Charm é a… localização. A única. Ele fica na esquina da Rua Antonio Carlos com a Rua Augusta, quase em frente ao Espaço Unibanco, e é um ótimo lugar para se esbarrar em amigos. Ou seja: é uma autêntica curva de rio. Mesmo que eu tentasse nunca saberia quantas vezes fui lá. Dezenas de porres homéricos começaram ali. Várias noites do ano em que morei na Rua Antônio Carlos começaram ali. Eu conheci Lili, inclusive, numa roda de cerveja que fizemos na calçada, “o” lugar para se ficar no Charm. Para você sentir o nível da coisa, já participei da comunidade do bar no Orkut discutindo coisas tão edificantes quanto a identidade do Tio de Pijama. Papo de boteco, claro. Os lanches são toscos, mas a cerveja está sempre gelada. Tente sempre conseguir uma mesa na calçada. 90% do legal deste bar é ficar na calçada. Mas também não sei quantas vezes bebi no porão… risos
Rua Augusta, 1448, Consolação

Junho 4, 2009 16 Comments






























