Posts from — Maio 2009
Uma semana sem câmera digital

Deixei minha câmera digital na assistência técnica ontem. A príncipio era só para uma limpeza, mas como acontece toda vez que vamos ao médico, descobriram mais alguns problemas, o principal com relação ao motor do zoom, que já estava batendo as botas mesmo. Fiquei horas pensando se deixava ou não ela no conserto, se valia continuar com ela assim e já investir em uma nova. Porém, pesou o fato de estarmos às vésperas de uma viagem. Não quero uma câmera pifando no meio de Paris.
Mas então fui beber com uns amigos no Esquinão do Fuad (de novo) e o Douglas me mostrou a Canon Powershot G9 com que ele bateu boa parte das fotos que fez em Cuba, e fiquei apaixonado pela danada. Leve, com ótimo zoom (melhor do que a minha CanonS2) e algumas outras vantagens. Vou procura-la por ai, mas ainda devo continuar com a S2 um bom tempo… Uma semana sem câmera digital e na próxima quinta tem Pullovers, na sexta Móveis e no sábado Ludov…

Maio 16, 2009 4 Comments
A Bíblia e o Dia em que Lost matou o Twitter
Terminamos agora de assistir ao último episódio (duplo) da quinta temporada de Lost, que derrubou o Twitter ontem. Quatro letras: foda! Tá, mais: muito foda. Muito. A quinta temporada terminou e eu só consigo pensar nas citações bíblicas (Moisés, Jacó, Benjamin)…
Maio 14, 2009 4 Comments
Humberto Gessinger e mais 9 discos pra baixar

Pouca Vogal é o novo projeto de Humberto Gessinger, que pelo jeito sepultou de vez os Engenheiros do Hawaii (até depois de amanhã, claro). De tendência acústica, o Pouca Vogal é Gessinger com Duca Leindecker (Cidadão Quem) e a dupla já liberou oito músicas para download no site http://www.poucavogal.com.br
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Outros downloads:
- “Tudo Que Eu Sempre Sonhei”, Pullovers (aqui)
- “C_mpl_te”, do Móveis Coloniais de Acajú (aqui)
- “A Força do Hábito”, Poléxia (aqui)
- “Oyo”, Diego Medina (aqui)
- “O Tempo Vai Me Perdoar EP”, Terminal Guadalupe (aqui)
- “Translucidação”, Nei Lisboa (aqui)
- “Data Crônica”, Felipe Shuery (ex-Lasciva Lula) (aqui)
- “The Way Opa!”, Superphones (aqui)
- “No Chão, Sem o Chão”, Romulo Fróes (aqui)
Maio 14, 2009 37 Comments
Joe Strummer e Brian Jones no CCBB SP
Com curadoria de Tatá Aeroplano (Jumbo Elektro/Cérebro Eletrônico), o Centro Cultural Banco do Brasil de São Paulo recebe a mostra Tribos Urbanas, que passou por Brasília na primeira quinzena de maio, cujo grande atrativo é a exibição do inédito do documentário “Joe Strummer: O Futuro Está para Ser Escrito”. A mostra ainda traz muitos outros filmes bacanas. O preço da sessão é R$ 4 (R$ 2 a meia entrada) e o CCBB de São Paulo fica na Rua Alvares Penteado, 112, Centro. Torço muito para que o filme do Joe Strummer esteja entre os três escolhidos da semana no domingo. Eu preciso ver isso! Mesmo.
Veja a programação e faça o seu roteiro.
14 de maio (quinta-feira)
15h - New York Doll
17h - Joe Strummer: O Futuro Está para Ser Escrito
19h20 - Stop Making Sense
15 de maio (sexta-feira)
15h - Dogtown and Z-Boyz - Onde Tudo Começou
17h - Wall Street - Poder e Cobiça
19h20 - Vida de Solteiro
16 de maio (sábado)
15h - Modulações - Cinema para os Ouvidos
16h30 - Eu Me Lembro, de Edgar Navarro
18h45 - Stop Making Sense
17 de maio (domingo)
13h30, 16h e 18h30 - Reprise dos 3 filmes mais votados da semana.
20 de maio (quarta-feira)
15h - Stoned - A História Secreta dos Rolling Stones
17h - HYPE!
18h45 - Control
21 de maio (quinta-feira)
15h - Minha Vida em Cor de Rosa
17h - Crônica de um Amor Louco
19h - Até Que a Vida Nos Separe, de José Zaragoza
22 de maio (sexta-feira)
14h30 - Quase Famosos
17h - Noites de Lua Cheia
19h - Stoned - A História Secreta dos Rolling Stones
23 de maio (sábado)
15h - Minha Vida em Cor de Rosa
17h - Crônica de um Amor Louco
19h - HYPE!
24 de maio (domingo)
13h30, 16h e 18h30 - Reprise dos 3 filmes mais votados da semana.
27 de maio (quarta-feira)
14h30 - Quadrophenia
17h - Sem Destino
19h - Debate com mediação de Tatá Aeroplano + Convidado Especial
28 de maio (quinta-feira)
15h30 - Modulações - Cinema para os Ouvidos
17h - New York Doll
19h - Debate com mediação de Tatá Aeroplano + Convidado Especial
29 de maio (sexta-feira)
14h15 - A Festa Nunca Termina
16h35 - Control
19h - Debate com mediação de Tatá Aeroplano + Convidado Especial
30 de maio (sábado)
14h30 - Riding Giants
16h30 - Joe Strummer: O Futuro Está para Ser Escrito
19h - Debate com mediação de Tatá Aeroplano + Convidado Especial
31 de maio (domingo)
12h e 18h30 - Reprise dos 2 filmes mais votados da semana.
Maio 13, 2009 4 Comments
Eu uso óculos e perco chaves
Não, eu não uso óculos. Ainda. Passei esta manhã fazendo exames periódicos sob recomendação do iG, o que me fez parar um boooom tempo para ler na sala de espera do consultório (Veja, Caras e a Folha de hoje), passar na audiometria (minha audição está ok, acreditem) e tropeçar na oftalmologia. Segundo o doutor, estou com dificuldades para ler a longa distância. Ainda acho que eu estava sonado de tanta espera. Mesmo assim ele insistiu para que eu fizesse um exame cuidadoso em outro oftalmo. Se as meninas do Leblon pararem de olhar pra mim, você já sabe…
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Isso você também já sabe: existe um mundo paralelo, um buraco negro, um universo para todas as canetas, guarda-chuvas, clipes e grampos perdidos vão parar. Perder uma caneta ou um guarda-chuva é tão normal quanto pegar um ônibus. Eu, porém, tenho uma especialidade: chaves. Não lembro quando adquiri diploma nessa categoria, mas nos últimos anos isso tem acontecido com bastante freqüência. Vejamos. Hoje perdi a chaves. Acho que pode ter sido no taxi na ida, em algum dos exames do consultório ou provavelmente no ônibus na volta. Cheguei em frente ao prédio, bati a mão no bolso, era uma vez.
A última vez tinha sido alguns meses atrás. Eu e Lili tínhamos ido ver um show no Sesc Vila Mariana. Coloquei chaves e documentos em um bolso interno da jaqueta. Chegando lá, sentindo o provável calor da caminhada, tirei e coloquei o jaquetão embaixo do banco. O show terminou, peguei o capote, vimos de taxi e quando chegamos em casa… era uma vez. A vantagem de perder a chave de dia é que o serviço para abri-la é 50% mais barato. Pagamos R$ 80 da outra vez. Hoje foi R$ 40. Teve uma vez que foi R$ 50, era um domingão, mas já faz uns três anos. Passei o dia inteiro com a afilhada no Playcenter, deixei ela e a comadre na rodoviária, cheguei em casa (ainda na Maria Antonia) numa garoa e… era uma vez.
Se você é meu amigo, tome cuidado. Eu também perco chaves de amigos. Em Londres, no ano passado, perdi a chave da casa do Daniel, mas dei sorte, pois eu também tinha perdido o passaporte. Foi na porta da Rough Trade, e me levaram o passaporte na mesa em que eu e a Luciana estávamos tomando café. A chave… era uma vez. A outra foi em Curitiba. Eu estava na casa do Dary, do Terminal Guadalupe, para o Curitiba Rock Festival. Cheguei, ele me deu às chaves, chamamos um taxi e fui beber com uns amigos no centro da cidade. Não foi nem uma hora e eu perdi a chave. Mas dei sorte de novo. Lembrei que havia pedido o taxi em uma central. Liguei lá, eles tinha o número do taxista, entraram em contato, e ele deixou a chave conosco horas depois. Ufa.
Em Buenos Aires também aconteceu, mas foi por um motivo extra. Quatro caras me cercaram em La Boca, eu resisti ao assalto e depois de alguns segundos eternos eles me derrubaram no chão e só me deixaram quando pegaram a carteira e a mochila. Dei sorte de novo, pois o prejuízo foi muito menor do que poderia ter sido. Perdemos a mochila, o guia de viagem, algumas frutas e uns 200 pesos, mas eu permaneci consegui segurar a nossa máquina digital e proteger todo o dinheiro da viagem, que estava comigo (nunca saia com todo o dinheiro, nunca). Conto em detalhes aqui, mas o fato é que na briga acabei perdendo a chave do apartamento em que estávamos em San Telmo. Tudo bem, nada que 5 pesos não pudessem resolver. Agora estou pensamento seriamente em acorrentar a chave na carteira. Ou algo assim. Estou me cansando de mandar chaves para o universo paralelo das chaves perdidas. Será que vai demorar para os prédios de classe média terem identificação por meio da digital? ![]()
Maio 13, 2009 6 Comments
“Tudo Que Eu Sempre Sonhei”, Pullovers
O Pullovers disponibiliza seu novo álbum para download na Trama Virtual (baixe aqui), que traz novas versões de “1932″, “O Amor Verdadeiro Não Tem Vista Para o Mar”, “Futebol de Óculos” e “Todas as Canções São de Amor”, que já haviam surgido em um EP em 2006 e retornam renovadas com mais nove faixas entrando na briga pelo posto de disco do ano. E o http://pullovers.com.br/
Aproveita e dá uma passada no Música de Bolso para conferir “O Amor Verdadeiro Não Tem Vista Para o Mar” ao vivo na Ponte do Limão, com vista para o Rio Tietê, em São Paulo. É só clicar na imagem (sim, o Habacuque do Ludov está tocando também com o Pullovers agora)…
Maio 12, 2009 8 Comments
O melhor de Lisboa

“A festa foi ótima, no 26o. andar de um prédio no Parque Vasco da Gama, com a lua deslumbrante refletindo no Tejo, e eu não podia acreditar que havia um lugar melhor do que o “aqui e agora”. Mas daí Ricardo, um lisboeta muito do bacana, me perguntou: “já foi à Belém?” E depois do meu “ainda não”, ele disse em um tom de voz mais baixo, como se estivesse contando um segredo: “é o melhor de Lisboa””
A Ligelena conta mais de suas peripécias pelo velho mundo. Leia aqui.
Maio 11, 2009 No Comments
“E você continua reinando enquanto dorme”
Inocência
Mundo Livre S/A
Azarar sem violência, mesmo que seja só por maldade
Paquerar com liberdade, mas na maior inocência
Namorar sem malandragem, estraga o filme, dá prejuízo
Copular sem sacanagem é um atalho pro paraíso
Na inocência
Sem sacanagem
Só por maldade
Mas pode ir dando adeus a galinhagem, a malandragem
e as cantadas baratas
Você não é mais dono do seu nariz
O aprendiz de Don Juan foi aposentado
Frequentar a casa dela, sinal de alerta, perigo a vista
Conhecer toda a família, oléo na pista, olha o barranco
Expandir o patrimônio, não digo nada é um aviso
Contrair o matrimônio é um atalho… não digo nada
Sem sacanagem
É um atalho
Pro manicômio
É hora de se despedir dos amigos, das baladas homéricas
e das farras intermináveis
Você não é mais dono do seu tempo
Diga adeus ao mundo dos livres, seus dias de rei da noite definitivamente ficaram no passado
Mas o legal é quando mesmo depois de alguns anos de clausura, você acorda ao lado da sua amada e se descobre um felizardo. O legal, man, é saber que todos os acidentes de percurso valem a pena quando lhe aproximam ainda mais da pessoa certa. O legal é ir dormir sabendo que ao acordar você poderá mais uma vez contar todas as pintinhas e sinais da pele da sua escolhida, só pra ter certeza. Só pra ter certeza que não esqueceu nada, que nada saiu da sua ordem, o universo e os elementos continuam conspirando a seu favor. E você continua reinando, reinando enquanto dorme!
Maio 11, 2009 2 Comments
Mundo Livre S/A e um fim de semana gostoso

Fred Zero Quatro baixa com o Mundo Livre S/A no CB para shows na terça (12/05) e quarta-feira (13/05). Vou na quarta, mas a vontade seria ir nos dois shows. Ingressos: R$ 25 na lista (via site) e R$ 35 na porta. E sexta tem Cérebro Eletrônico e Jumbo Elektro no Studio SP…******

Parece que o inverno chegou, né. O que não atrapalhou o fim de semana gostoso dessa cidade maluca em que as quatro estações do ano dão as caras no mesmo dia. Sexta à noite foi dia de Picanha no Saralho (eu escrevi saralho!) no Esquinão do Fuad com uma turma boa de amigos. Fiquei na Bohemia com a Ju enquanto Tiago, Ligelena, Osório, Tari e cia apreciavam a Serra Malte (e a Capitu tomava coca-cola). Trinta e nove cervejas depois achei por bem voltar pra casa.
Acordei no sábado (sem ressaca) para acompanhar o treino da F1, e depois eu e Lili (que fazia aniversário) passamos na Velvet para dar um abraço em alguns amigos e almoçarmos no Salve Jorge da São João, no centrão, uma básica porção de polenta frita com molho bolonhesa (dá água na boca de lembrar), três caipirinhas (Lima da Persia com saque pra Lili, Tangerina com Manjericão e cachaça pra mim, e uma extra de Rúcula com Uva Thompson e vodka, bem boa). De almoço, um ótimo bife de ancho.
No fim da tarde, um cochilo, e à noite show do Oasis, que você vai já sabendo como vai ser: burocrático, mas com alguns momentos reluzentes. Domingo fomos ao Museu da Língua Portuguesa, que começa nesta semana uma exposição sobre a França (se você for ao Museu, não perca a sala interativa no terceiro andar). O passeio valeu bastantee acabamos indo almoçar no Acrópoles (foto acima), um restaurante grego bem aconchegante no Bom Retiro que está completando 50 anos em 2009, e optamos por carne de cordeiro ao molho de alcachofras (você escolhe diretamente na cozinha).
Depois fomos ao Asterix, um bar na Joaquim Eugênio de Lima (depois do Prainha e quase em frente ao Black Dog da Paulista) especializado em cervejas importadas. Lili foi de Germana enquanto eu e Kátia optamos por cervejas alemãs (as belgas estavam bem caras): abrimos com uma Weihenstephaner Vitus (uma bock feita com malte de trigo e cevada) que não me impressionou, e seguimos com uma Scheneider Weisse (boa cerveja de trigo que tem um aroma de banana - isso mesmo) e fechamos com uma Baden-Baden especial bock. Já em casa pós 18h, após um banho quente, “South Park” no DVD e pipoca no colo. Era uma vez um fim de semana beeem legal.
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O Douglas acabou de voltar de dez dias em Cuba e eu curti muito as fotos dele. Veja no flickr aqui.
Maio 11, 2009 4 Comments
Roteiro Europa 2009 fechado
Bem, agora é economizar mais ainda nos dois próximos meses, pois todas as passagens estão compradas. Depois do casal conversar muito, debater e passar algumas noites em claro escolhendo apartamentos e albergues, o roteiro final ficou assim:
27/06 - Londres
28/06 - Londres
29/06 - Londres
30/06 - Londres
01/07 - Londres
02/07 - Londres (Hyde Park: Blur, Foals, Friendly Fires, Crystal Castles)
03/07 - Londres / Paris
04/07 - Paris / Leuven (Rock Werchter: Nick Cave, Franz Ferdinand, Mogwai, Yeah Yeah Yeahs, Kings of Leon, Kate Perry, Social Distortion)
05/07 - Leuven / Paris
06/07 - Paris
07/07 - Paris (Leonard Cohen)
08/07 - Paris
09/07 - Paris
10/07 - Paris
11/07 - Paris / Bruges (Cactus: Paul Weller, Gutter Twins, Cold War Kids)
12/07 - Bruges (Cactus: Joss Stone, Calexico, Magic Numbers, !!!)
13/07 - Bruxelas / Berlim
14/07 - Berlim
15/07 - Berlim
16/07 - Berlim / Pisa / Firenze
17/07 - Firenze
18/07 - Firenze
19/07 - Firenze / Roma (Bruce Springsteen)
20/07 - Roma
21/07 - Roma
22/07 - Roma
23/07 - Roma / Veneza
24/07 - Veneza
25/07 - Veneza
26/07 - Veneza / Barcelona
27/07 - Barcelona
28/07 - Barcelona
29/07 - Barcelona
30/07 - Barcelona / Madri
31/07 - Madri
01/08 - Madri
02/08 - Madri / Paris
03/08 - Paris / Sâo Paulo
Um amigo se animou e deve nos acompanhar no trecho Paris (Cohen), Bruges (Cactus) e Roma (Bruce). O Carlos e a Camilinha já confirmaram o Werchter. Agora começa a contagem regressiva e muito pensamento positivo para dar tudo certo. ![]()
Maio 10, 2009 7 Comments
Móveis Coloniais de Acajú para download
Download gratuito de “C_mpl_te”, novo álbum do Móveis Coloniais de Acajú, no projeto álbum virtual, do Trama Virtual.
Maio 9, 2009 4 Comments
Promoção Scream & Yell e Music Brokers

O Scream & Yell em parceria com a gravadora Music Brokers vai sortear cinco CDs que acabam de chegar às lojas brasileiras: “Mr. Beast”, Mogwai; “We’ll Drive Home Backwards”, Cocosuma; “Any Minute Now”, Soulwax; “Ok Cowboy”, Vitalic; e “Oblivion With Bells”, Underworld. Vão ser duas cópias de cada um.
Para participar do sorteio é simples: escolha apenas um dos cinco álbuns listados acima e mande para maccosta@hotmail.com - junto com seu nome completo - o nome de mais um um disco (fora estes cinco) já lançado no Brasil pela Music Brokers. O Scream & Yell já resenhou no mínimo cinco álbuns lançados pelo selo no país.
A promoção vai até o dia 25 e os e-mails que chegarem dentro das normas concorrem ao sorteio dos 10 CDs. Lembre-se: é apenas um CD por nome/e-mail. Faça a sua escolha e boa sorte. Quem quiser saber mais novidades da Music Brokers pode seguir o selo no Twiiter: http://twitter.com/musicbrokers
VEJA OS NOMES DOS SORTEADOS NA PROMOÇÃO AQUI

Maio 7, 2009 3 Comments
Mike Patton elogia novo CD d’os Mutantes
Um release no e-mail…
“Nos EUA finalizando o novo disco dos Mutantes, Sérgio Dias já vem colecionando elogios dos poucos privilegiados que tiveram acesso ao novo material. O cd é o primeiro de músicas inéditas desde 1976.
O grupo, que já tem apresentações agendadas em Seattle para setembro, recebeu um entusiasmado e-mail de Mike Patton (Faith no More e Fantomas) comentando o disco e fazendo planos para um futuro trabalho maior. Mike, que participou dos vocais em “Dois Mil e Agarrum” (Sérgio Dias/Tom Zé), abriu portas e convidou o líder dos Mutantes para aumentar a parceria. “Nós realmente queremos fazer isso…100000000 “, garantiu o americano que não poupou elogios às novas composições. “Realmente inspirador escutar você ainda criando música bonita e transcendente, surpreendente como sempre!!!”
Já o cantor e artista plástico Sean Lennon classificou o novo trabalho dos Mutantes como “brilhante”. Sean, que em 2001 assinou a capa do cd Technicolor, enviou e-mail para Sérgio Dias perguntando sobre os planos de lançamento do novo tabalho do grupo. “Seria uma honra trabalhar com vocês”, declarou o filho de John e Yoko, que apontou para possibilidades de lançamento do CD na França e no Japão.”
Ps. Posso dizer que tenho muito, mas muuuuito medo deste novo Mutantes? Então falei.
Maio 7, 2009 14 Comments
Turismo: Buenos Aires e Deserto do Atacama
Em janeiro de 2008 comecei a escrever o que seria um roteiro da viagem que eu e Lili fizemos para Argentina e Chile em julho de 2007. Aquele primeiro post versava sobre comida (leia aqui), e fiquei de escrever depois um outro com dicas aleatórias sobre a viagem, que acabou ficando no limbo. Como um amigo está animado em fazer um roteiro parecido, lá vou eu tirar poeira da memória para relembrar os deliciosos 21 dias que passamos viajando. Do começo…
A idéia começou com a vontade de conhecer o Deserto do Atacama. Na verdade, o Chile como um todo, esse país alto e magro. Fizemos algumas pesquisas de preço e descobrimos que sairia mais barato ir de São Paulo para Buenos Aires, e lá pegar outro vôo para Santiago, do que se fossemos direto para a capital chilena. Ótimo, pois assim ganhamos de brinde alguns dias na deliciosa capital argentina. Particularmente fiquei muito tentado a esticar até Machu Picchu, no Peru, pois a passagem de Santiago para Lima era baratíssima, mas acabamos desistindo.
Repetindo a operação (com valores de hoje) seria algo assim: São Paulo para Santiago direto partindo no dia 30/06/09 e voltando no dia 21/07 via Gol daria R$ 1612. São Paulo para Buenos Aires indo no dia 30/06 e voltando no dia 21/07 via Gol daria R$ 684. E de Buenos Aires para Santiago partindo no dia 03/07 (ou seja, tiramos três dias para curtir a cidade na ida) e voltando no dia 19/07 (com um dia de folga para Bue) daria R$ 527. Ou seja: direto fica R$ 1612. Indo para Santiago por Buenos Aires fica R$ 1211, uma economia de R$ 400. \o/
Bem, decidimos o roteiro com base nessas idas e vindas e ficou assim:
30/06 - Buenos Aires
01/07 - Buenos Aires
02/07 - Buenos Aires
03/07 - Buenos Aires / Santiago
04/07 - Santiago
05/07 - Santiago
06/07 - Santiago
07/07 - Santiago / Valparaiso
08/07 - Valparaiso
09/07 - Valparaso / Santiago
10/07 - Calama / San Pedro de Atacama
11/07 - San Pedro de Atacama
12/07 - San Pedro de Atacama
13/07 - San Pedro de Atacama
14/07 - San Pedro de Atacama
15/07 - San Pedro de Atacama / Calama
16/07 - Calama / Santiago
17/07 - Santiago / Buenos Aires
18/07 - Buenos Aires
19/07 - Buenos Aires / São Paulo
Na verdade, houve algumas mudanças no percurso, mas isso eu relato mais abaixo. O que importa é que descemos no Aeroporto de Ezeiza, em Buenos Aires, no dia 30, uma sexta-feira, no meio da tarde. Quem conhece, sabe: do aeroporto até o centro são 35 km, e há opções para todos os bolsos. O viajante confiante pode pegar o ônibus de linha (nº 86) que custa 1,60 pesos e o deixa no centro da cidade após uma hora, uma hora e meia. Se você estiver sozinho, uma boa pedida é o ônibus fretado Tenda de Lion (há um guichê para comprar a passagem no aeroporto), que custa uns 30 pesos e faz o trajeto em 40 minutos. O taxi sai entre 70 e 90 pesos, e pode compensar para grupos de duas ou mais pessoas, mas compre sempre o ticket nas agências de taxi, pois histórias de taxistas tentando dar golpe em estrangeiros não são poucas.
Minha idéia inicial era chegar na cidade e procurar um albergue. Tremenda bobagem. Fomos no alto inverno, e deveríamos ter reservado antes. No Hostel World (http://www.portuguese.hostelworld.com) existem várias opções, mas não custa nada perguntar para algum amigo que já esteve por lá. Eu, por exemplo, fui de pacote nas duas vezes anteriores, o que nunca mais faço. É muito bacana e econômico fazer o seu próprio trajeto. Nesta terceira, porém, sem reservar estadia, eu e Lili batemos em quatro ou cinco albergues (carregando mochilas pesadas), todos lotados, e acabamos achando um hotel de quinta categoria (ok, quarta) em San Telmo que acabou sendo uma boa economia, o que não deixou de ser cansativo e arriscado.
Já falei sobre as comidas aqui, e sobre passeios (como era a primeira vez da Lili lá) fizemos o roteiro básico de passar pela Plaza de Maio, tirar fotos em frente à Casa Rosada, caminhar pela sensacional Calle Florida, passear em Porto Madero, ir à feirinha de San Telmo e visitar à Recoleta (e ver o túmulo de Evita Perón). Não resisti e fui mais uma vez olhar minha grande paixão, La Toilette de Venus, de William Bouguereau, no Museu Nacional de Buenos Aires. Lili, por sua vez, adorou o Malba (sim, vimos o Abaporu). E, claro, fomos à La Boca, passear pelo Caminito e entrar em La Bombonera. É uma região que não dá para bobear e nunca, nunca saia da área segurada pelos comerciantes, mas tem que ir. E eu comprei alguns CDs (veja onde comprar CDs em Bue aqui).
Três dias depois partimos para Santiago. Aprendemos com os erros de Bue e reservamos um hotel em Santiago. A idéia era ficar quatro dias na cidade, e de lá voltar (via Cordilheira passando pelo Aconcagua) de ônibus para Mendoza, na Argentina, passar três dias e então voltar para Santiago e partir em direção ao Deserto do Atacama. Descemos no Aeroporto de Santiago pós 22h. Se possível, não faça isso! É terrível chegar em um lugar que você não conhece no meio da escuridão, e no nosso caso, após alguns contratempos em Buenos Aires (um assalto em La Boca), não estávamos tão seguros e confiantes nas pessoas.
Assim que pegamos nossas malas e adentramos o saguão, vários homens com placas de taxis se colocaram em nossa frente. Fiz o cambio ali mesmo (um mínimo de dinheiro só para pagar o taxi) e escolhemos um dos senhores, que estava em um ótimo carro de passeio (sem placas de taxi) e fez um preço fechado até o centro de Santiago (que descobrimos depois ter sido 50% mais caro que um taxi normal, mas até dá para contar que era bandeira 2, ok). No caminho fomos conversando, e como dissemos que era nossa primeira vez em Santiago, o motorista (bastante educado) fez um mini-tour conosco no centro mostrando alguns pontos históricos até nos deixar na porta de nosso hostel. Bacana. Porém, vale ir para o aeroporto de ônibus. Pagamos 13 mil pesos chilenos no trajeto de taxi, e o ônibus custa apenas 1400 pesos chilenos, e é bem confortável.
Um roteiro básico para sair do aeroporto de Santiago gastando pouco: aqui está o mapa das linhas de metrô e aqui as infos do ônibus. Você pega o ônibus CentroPuerto, desce no ponto final, Estação de metro Los Heroes. Dali você pega o metro em direção a estação Escuela Militar, linha vermelha mesmo, e duas estações depois já está no centro da cidade (local em que ficam os principais hotéis – e também alguns albergues baratos). É bom comprar uns 5 mil pesos (cerca de 20 reais) para fazer esse trajeto aeroporto/hotel. Se gasta 3 mil pesos com o ônibus (casal), mais uns mil pesos com o metro. Lá no centro existem casas de cambio, mas tem um Itaú (para quem tem cartão internacional, vale muito) atrás do palácio de La Moneda.
Não gostamos do hostel. Como tínhamos reservado (e pago) três dias no Hostel Londres, acabamos ficando, mas com a idéia de trocar (que é o que fizemos indo para o Hotel Paris) para outro ao vencer a última diária. A cidade de Santiago é bem bonita, e merece uma visita com cuidado. Pegamos uns mapas no centro de turismo e batemos perna atrás do famoso Mercado Municipal, da Plaza das Armas e de alguns museus. Na verdade, adoramos as lojas do Paseo Ahumada, com preços excelentes (olhe as jaquetas de couro!!!), vimos uma troca de guardas no Palácio de La Moneda e fizemos dois tours de vinho, um na vinícola Concha Y Toro (12 dólares por pessoa) e outro na Viña Cousiño Macul, ambos fácil de se chegar (seja de metrô ou ônibus). Por fim uma subida no Cerro San Cristobal, local que abriga o Parque Metropolitano da Cidade, que pode ser observada do alto do morro. Subimos de ascensor e descemos de teleférico. Vale.
Acordamos no oitavo dia de viagem com passagem comprada antecipadamente para Mendoza, mas ao chegar ao local de embarque fomos avisados que a estrada estava fechada devido à neve no Aconcagua, e que a viagem estava cancelada. Ao invés de pegarmos o dinheiro de volta, perguntamos que horas saia o primeiro ônibus para Valparaiso, o que iria acontecer em 30 minutos. Compramos passagens de ida e volta para passar o fim de semana em Valpo, visitar Vina Del Mar, olhar o por-do-sol no Pacífico e se encantar com La Sebastiana, uma das três casas do poeta Pablo Neruda no Chile. E tivemos sorte: descemos na rodoviária e fomos ao centro de atendimento ao turista, onde pedimos indicações de albergues. Indicaram-nos o El Rincón Marino (www.rinconmarino.cl), que acabou sendo o melhor albergue da viagem. E ainda assistimos “Ratatouille” dublado em espanhol no cinema (e achamos Vina Del Mar muito… Guarujá).
De volta à Santiago (em um novo hotel), começamos a nos preparar para nossa aventura no Deserto do Atacama. Visitamos o site da cidade (www.sanpedroatacama.com), anotamos vários endereços de albegues, e começamos a correr atrás de reservas. Acabamos acertando, por telefone, com um hostel torcendo para ele ser ok. Para viajar, cotamos ônibus, mas a viagem de quase 30 horas seria um gasto de tempo enorme em uma viagem de 21 dias. Optamos por um vôo de duas horas Santiago para Calama pela Lan Chile (hoje em dia em torno de 300 dólares o trecho), depois uma viagem em um ônibus até o oasis de San Pedro de Atacama. O centro da cidade é minúsculo, e pouco movimentando. O guia do centro turístico explicou com chegar a nosso hostel, e lá fomos. Bem, é claro que o hostel era mais caro que os outros, e pior, afinal estávamos no deserto, mas nada que não fosse contornável. Principal: durante o frio da madrugada (que podia chegar ao zero grau), não sentíamos nada. Isso importa (risos).
San Pedro de Atacama funciona assim: a cidade é um deserto em algumas horas do dia, mas se movimenta perto dos horários dos tours. Existem várias companhias na cidade que fazem tours para os principais pontos turísticos, assim como pacotes que acabam resultando em uma economia. Pesquisamos em quatro os passeios que queríamos fazer, pechinchamos um pouco na última, e acabamos montando um pacote que – os valores são aproximados – ficou em 36 mil pesos chilenos (cerca de R$ 135 por pessoa) e que nos levava ao Valle de La Luna, Valle de La Muerte, o Parque Nacional do Geyser Del Tatio, o Salar de Atacama, as Lagunas Antiplânicas e os Pueblos Andynos. Não esperávamos gastar esse valor, mas os passeios valeram demais. No site da cidade existem preços para se ter uma média: Vale da Lua e da Morte, 5 mil pesos chilenos (R$ 20); Geysers, 12 mil pesos chilenos (R$ 45); Lagunas, 35 mil pesos chilenos (R$ 130). O pacote ajuda muito a baratear o preço. No nosso pacote não estava incluso as Termas de Puritama nem as viagens até a fronteira com a Bolívia.
Começamos por uma dobradinha: o deserto de sal do Atacama (Salar do Atacama) e as Lagunas Antiplanicas. O tour começa às 8h, passa pelo povoado de Toconao e depois segue para Salar (que é muito bonito). Ao meio-dia há uma parada no povoado de Socaire para um interessante almoço local (incluso no pacote – já comeu tomate roxo?) e depois segue em uma longa viagem cordilheira acima (28 km) para as sensacionais lagunas antiplanicas, para mim e para a Lili, as vistas mais bonitas que colocamos os olhos na América do Sul. São duas lagunas: Miscanti e Miñiques. A primeira, maior, tem 15 quilômetros quadrados e fica a uma altura de 4.200 metros acima do nível do mar. No inverno, blocos de neve se espalham pela paisagem e as lagunas estão quase congeladas. No trajeto é possível observar dezenas de vulcões ativos (o mais bonito se chama Putana - ao fundo na primeira foto) além de criações de lhamas. De todas os tours é o que mais vale a pena bela imensa beleza do local.
O segundo dia de tour foi gasto com os Vales da Morte e da Lua. O tour deixa a cidade às 15h (o que permite ao visitante aproveitar, e bem, o centro de San Pedro). O Vale da Morte é simplesmente um longo território sem nenhuma vegetação. É um passeio ok, que cresce muito em interesse quando se parte para o Vale da Lua. Todos os tours tentam chegar no local cerca de vinte, trinta minutos antes do sol se por. Eles deixam o visitante no sopé de um morro e dizem: “Está vendo o topo da montanha? Você tem que chegar lá em 15 minutos. Bom passeio”. E lá vão todos correndo em meio a dunas de areia para pegar o melhor local para observar, facilmente, o pôr-do-sol mais bonito da América do Sul, e um dos mais bonitos do mundo. É uma confusão de cores que deixa os olhos marejados. Quando o céu já está escuro, o tour leva todos os visitantes de volta à cidade. Ai vale escolher algum dos restaurantes de renome da cidade, como o La Cave, que serve cevit de lhama, e cujo corpulento chef frances Michel é uma simpatia.
O terceiro dia de passeio foi de longe o mais cansativo – e o que mais exigia do corpo: a visita ao Parque Nacional Del Tatio. O tour pega o visitante em seu hostel às 4h da manhã, e durante duas horas e meia sobe a cordilheira até chegar ao parque. Em certo momento da viagem, o guia gritou: “Está 16º abaixo de zero”. E devia mesmo. Eu estava com três calças, três meias, três blusas, gorro, luva e o escambau, e estava com os pés congelados. Quando chegamos no parque, a temperatura já devia ter baixado para uns 9 graus, mas Lili se recusou a sair da van, e só deixou o carro quando os primeiros raios de sol deram as caras. O Tatio é um campo geotérmico que marca o encontro, em seu subsolo, dos rios gelados subterrâneos com as rochas quentes. Então, grandes colunas de vapor saem para a superfície através de fissuras na crosta terrestre, alcançando a temperatura de 85°C e 10 metros de altura. Bonito de se ver. Assim que chegamos, o guia nos mostrou uma piscina térmica e disse que quem quisesse se aventurar, à vontade. Todos riram. Ali por volta das 9h, com o tempo mais “quente” (sei lá, mas devia estar -2 ou mesmo zero grau), muita gente encarou a piscina cuja temperatura alcança 35 graus.
Na volta do passeio paramos para lanchar no pequeno povoado de Machuca. Tomamos chá de coca, Lili comeu algumas empanadas de queijo de cabra e eu não resisti aos espetinhos de anticucho de lhama, uma delicia. Conversamos com um casal de brasileiros que estava encantando com o pais, com o ótimo vinho em excelente preço, e coisas assim. Eles estavam vindo de quatro dias de um tour que adentrava a Bolívia. Chegamos em San Pedro arrebentados por volta das 12h, e dormimos o resto do dia para eu acordar à noite e ir atrás do meu jogo de xadrez “Incas x Espanhóis”. Já sem dinheiro para algum outro tour, antecipamos nossa ida para Calama, e dormimos o último dia na região por lá, para acordar no dia seguinte e pegar um avião para Santiago (mais dois dias, que serviram para abastecer a mochila de garrafas de vinho – boa dica para compras: Supermercado Diez, Alameda Los Conquistadores, 2260, no bairro de Providencia. Detalhe: trouxemos oito garrafas de vinho e uma de Pisco, a cachaça chilena). No dia seguinte estávamos em Buenos Aires, e dois dias depois em São Paulo.
Olhando agora este calhamaço de narrativa, acho que ainda faltam dicas mais úteis, práticas, e os espaços de comentários estão ai embaixo para isso. E não só para perguntas, mas também para atualizações de coisas legais de quem esteve em Buenos Aires, Santiago, Valparaiso ou no Atacama nos últimos tempos, e quer dividir alguma dica legal com os leitores que planejam fazer essa viagem (aliás, uma boa aquisição é o Guia O Viajante Independente na América do Sul, um livro excelente para qualquer viagem por este belíssimo continente). Fiquem à vontade. A casa é nossa.
Todas as fotos por Marcelo Costa e Liliane Callegari
Foto 1: Uma parada sobre a ponte do Lago Putana. Ao fundo, o Vulcão Putana, ativo.
Foto 2: Dia de chuva em Santiago
Foto 3: O Caminito, em La Boca, Buenos Aires
Foto 4: A parte alta de Valparaiso, no Chile
Foto 5: San Pedro de Atacama
Foto 6: Salar de Atacama
Foto 7: Vale da Morte
Foto 8: Lagunas Antiplanicas
Foto 9: Complexo Turistico Tatio
Foto 10: Pôr-do-sol no Vale da Lua
Leia também:
- Onde comprar CDs em Buenos Aires, por Marcelo Costa (aqui)
- Turismo em Buenos Aires, por Marcelo Costa (aqui)
- Roteiro de Viagem: Argentina e Chile – Parte 1: Comida (aqui)
Maio 7, 2009 14 Comments
Ingressos do Gutter Twins e Cat Power em SP
Os ingressos para o show de Greg Dulli e Mark Lanegan (que juntos tocam sob a alcunha de Gutter Twins) no Bourboun Street, 01 de julho, já estão sendo vendidos ao preço de R$ 80 em pé e R$ 125 a mesa (sem meia entrada). Os interessados podem comprar diretamente por telefone (11 5095-6100) apresentando o número do cartão de crédito ou nas bilheterias do Bourboun. Na boa, achei que seria beeeem mais caro. \o/
E Cat Power confirmou show no Brasil. A musa toca no Via Funchal, em São Paulo, dia 18 de julho(sábado). Por enquanto é a única data no país. Os ingressos já estão à venda pelos seguintes preços:
Platéia VIP - R$ 300
Platéia 1 - R$ 200
Platéia 2 - R$ 150
Platéia 3 - R$ 100
Platéia Lateral - R$ 60
Mezanino Central - R$ 150
Mezanino Lateral - R$ 100
Camarote - R$ 300
Estudantes têm direito a 50% de desconto no valor do ingresso em qualquer setor da casa. Os ingressos de estudantes são vendidos apenas nas bilheterias da Via Funchal. Vendas online: www.viafunchal.com.br
Maio 6, 2009 8 Comments
Cinco shows na Virada Cultural 2009
Comentários rápidos sobre cinco shows que vi na Virada Cultural. A idéia era ter visto Camisa de Vênus (mas eu e duas amigas não conseguimos sequer enxergar o palco), Reginaldo Rossi (bateu cansaço, mas já me contaram que o show foi chatão) e a Osesp, mas cabulei os três. (Ou)vi a última do Camelo (justamente “Além do Que Se Vê”) e vi três do Novos Baianos (as três caidaças), e gostaria de ter visto Tom Zé no Municipal e Nasi no Palco Raul cantando o “Krig-Há Bandolo”, todos no mesmo horário que o Camisa (mancada da produção), que eu acabei não vendo.
Em resumo, acabei me concentrando no palco brega (e se você lembrar que eu já disse que o Zeca Baleiro é o novo Odair José, eu vi 75% de shows bregas nessa Virada), menos lotado, sujo e fedido que os outros (principalmente o palco rock na Praça da República). Era para eu ter visto o Wander Wildner também, mas como desisti do Reginaldo acabei passando no Sesc Consolação uma hora antes do show, às 3 da manhã, e só conseguia pensar na minha cama. E ah, me disseram que o Violeta no Theatro Municipal foi beeem legal. Todas as fotos por Marcelo Costa.
Tutti Frutti no Palco Rock – 19h
Quando saiu a escalação da Virada, o Tiago Agostini virou pra mim e disse: “A Rita Lee não faz falta nenhuma no mundo. Os Mutantes se reúnem e não chamam ela. O Tutti Frutti toca o álbum mais clássico dela, e não chama ela. Ninguém sente falta da Rita Lee”. Pode ser, mas ela fez falta sim no show que homenageava o álbum “Fruto Proibido” (1974). O Luiz Carlini segura a onda, dezenas de tiozinhos grisalhos dançavam felizes, mas é impossível não sentir falta da Rita. O show foi nota 5. Valeu pela inclusão da linda “Lá Vou Eu”, mas não tem como um show homenagear o álbum “Fruto Proibido” sem ter “Luz Del Fuego”. Falha
Wando no Palco Brega – 23h30
Armado de um escudeiro tocando guitarra e de uma bateria eletrônica, Wando cantou dezenas de hits (alguns bregas, outros românticos) do cancioneiro nacional. Foi de “Estou Apaixonado” (sucesso no Brasil de quando Daniel ainda era acompanhado por João Paulo, que faleceu), o clássico “Deixa Eu Te Amar” (Agepê) e “Eu Sei Que Vou Te Amar” (Tom e Vinicius), mas o povão queria mesmo era ouvir suas frases sábias (”Todo homem tem que se ajoelhar aos pés da cama de uma mulher” / “Esta música vai para aquela mulher que sabe cruzar a perna no momento certo e descruzar no momento exato”) além de superhits como “Moça” e “Fogo e Paixão”, que encerrou a festa ali pela 1h com todo o Arouche cantando “me chama de céu”. Melhor momento da noite: Wando enxugando o suor da testa com uma calcinha que foi jogada ao palco por uma fã.
Zeca Baleiro no Palco Principal – 12h
A Avenida São João estava tão lotada que não deu nem para chegar perto do palco, então tive que me contentar com um telão bacana na esquina da Rua Aurora. Com uma banda afiadíssima, Zeca Baleiro mostrou canções mais recentes dos dois volumes de seu álbum “O Coração do Homem Bomba” - como as covers para “Alma Não Tem Cor” (Karnak) e para a sábia “Bola Dividida” (Luiz Ayrão) além da hilária “Toca Raul” - mas não negou sucessos tocando desde “Mamãe Oxum” e “Heavy Metal do Senhor”, de seu primeiro álbum (1997) até “Telegrama”, “Eu Despedi o meu Patrão” e “Salão de Beleza”. Ali pelo final se animou e arriscou uma homenagem para Wando com “Fogo e Paixão”. Showzão.
Odair José no Palco Brega – 13h30
Debaixo de um sol castigante, Odair mandou um hit atrás do outro passando por “Vou Tirar Você Desse Lugar”, “Cadê Você”, “Pare de Tomar a Pilula”, “Que Saudade de Você” e “Eu, Você e a Praça”, esta última ao lado de Zeca Baleiro, que ainda suscitou um momento antológico do show, quando Odair apresentou em primeira mão uma parceria inédita dos dois – que pode ser descrita como “Vou Tirar Você Desse Lugar, Versão 2009″ – feita para Bruna Surfistinha chamada “E Depois Volta Pra Mim” cujo refrão crava: “Pra todo mundo diz que é modelo e atriz / Mas hoje eu sei na verdade o que ela faz / Quando me telefona pra dizer que não vem mais // Não precisa mais mentir / Quero você mesmo assim / Diga sempre que me ama / Vá fazer o seu programa / E depois volte pra mim”. Sem palavras. (hehe)

Los Sebosos Postizos no Sesc Santana – 19h
Em primeiro lugar: o galpão do Sesc Santana é fácil um dos melhores lugares para shows médios em São Paulo. Quando digo show médio falo entre 2 mil e 4 mil pessoas de público. Lugar de acesso ok (do metrô ao Sesc Santana a pé dá uns cinco minutos), bom som, cerveja barata. Tem tudo para ser popularizado. Foi esse lugar que abrigou a Virada Nordestina com shows de Siba, Lenine, Cordel, Wado (que gravou Poploaded Session no iG: assista “Tarja Preta“, “Tormenta” e a nova “Atlântico Negro“) e Eddie. O Los Sebosos Postizos é a Nação Zumbi mais Bactéria (do Mundo Livre S/A) e Guizado tocando covers de Jorge Ben. Faltam hits ao show, que empolga muito em coisas como “Os Alquimistas Estão Chegando”, “O Homem da Gravata Florida”, “Comanche”, “Zumbi” e “O Telefone Tocou Novamente”. Para o final, uma versão ótima de “Tomorrow Never Knows” e “Umbabarauma”. Filmei quatro músicas e coloquei aqui. E só.
Leia mais:
- Destaques da Virada Cultural 2008, por Marcelo Costa (aqui)
- Destaques da Virada Cultural 2007, por Marcelo Costa (aqui)
Maio 6, 2009 8 Comments
Download: Poléxia, Diego Medina e Profiterolis
A Poléxia acaba de liberar para dowload gratuito em seu site oficial a integra do álbum “A Força do Hábito”, que traz o single “Você Já Teve Mais Cabelo”, produzido por John Ulhoa, do Pato Fu. Você pode achar o disco em uma das tesouras do site oficial (www.polexia.com.br) e assisitir ao vídeo/teaser do álbum no Youtube (link aqui).
“Oyo” é o novo EP de Diego Medina (Os Massa, Video Hits, Doiseu), e é uma surpresa pop (e metal) de primeira. Você pode baixar um arquivo com as cinco faixas mais encarte gratuitamente na Suma Discos (www.sumadiscos.com), que ainda tem vários outros projetos do cara para baixar. Divirta-se.
O ótimo Coquetel Molotov está lançando, com o patrocínio do Programa Petrobas, o primeiro disco oficial da banda pernambucana Profiterolis (www.myspace.com/profiterolis). O lançamento oficial acontece na próxima semana, mas a banda já libera o single para download gratuito (com direito a um b-side ao vivo) via Mediafire aqui.
Maio 5, 2009 No Comments
Top 10 do rock curitibano
O Túlio, do excelente blog Aires Buenos, perguntou para 25 pessoas, entre músicos e jornalistas, quais eram as melhores músicas do rock curitibano, juntou tudo e montou um Top 10 de canções curitibanas. Na minha lista seguiram “De Turim a Acapulco”, Terminal Guadalupe; “Dizem”, OAEOZ; “Céu Sem Cor”, Pelebrói Não Sei; “Aos Garotos de Aluguel”, Poléxia; e “Mazzaropi Incriminado”, Charme Chulo, mas o resultado final (com os 25 votos computados) você lê aqui.
Maio 4, 2009 1 Comment
Radiohead e Iggy Pop em DVDs baratinhos…

“Iggy Pop & The Stooges - Escaped Maniacs” e “Radiohead - Live in Germany” foram lançados no Brasil sem muito alarde, e merecem uma olhada com calma. O DVD que flagra Iggy Pop ao lado dos irmãos Asheton foi registrado ao vivo no Festival de Lokerse, na Bélgica, em 2005, e é um repeteco da apresentação do grupo no Claro Que é Rock. Além da performance arrasadora (imagem ótima), o pacote traz o áudio do show em CD e nos extras do DVD uma entrevista de mais de uma hora com Iggy, que cita Marshall Mcluhan e impressiona pela honestidade e inteligência. Comprei no centro de São Paulo por… R$ 9,90. Foi lançado no país por uma tal de Etc e merece atenção. Dei um google e achei ele por R$ 11,69 na Casa e Vídeo (aqui).
Já o “Radiohead - Live in Germany” foi dica do Felipe, que lê o Scream e queria saber qual a procedência do material. Trata-se do show no Rock Am Ring Festival, na Alemanha, em 01/06/2001. Na gringa ele foi lançado pelo selo Immortal (provavelmente sem autorização da banda) e a qualidade da imagem é mediana. Dá para perceber claramente que o show foi transmitido por alguma rede de televisão, e os caras prensaram. O áudio é ótimo (a banda está matadora no palco), e a imagem é a de um telão de festival: os closes nos solos dos instrumentistas e mesmo em Thom Yorke são ok, mas quando a imagem pega todo o local onde o show foi realizado, fica tudo meio embaçado. Foi lançado no Brasil pela Top Tape, que também já lançou um do U2 e um dos Smiths na mesma linha. O do Radiohead está R$ 9,90 na Americanas.com (aqui).
Maio 4, 2009 9 Comments
8º Discovering Latin America Film Festival
O Festival de Cinema Discovering Latin America (DLAFF) anuncia que sua 8ª edição acontecerá este ano em Londres entre os dias 26 de Novembro e 6 de Dezembro. O festival está com suas inscrições abertas para recebimento de filmes longa-metragem, documentários e curtas de origem latino americana. As produções devem apresentar legendas em inglês e de preferência estarem em formato 35mm, mas também se considera material em DigiBeta e DVD para documentários e curtas. O festival também oferece oportunidade para os cineastas que trabalham e vivem na Inglaterra e que tenham filmes realizados sobre a America Latina. As inscrições podem ser feitas até o dia 31 de Julho de 2009.
Mais infos no http://www.discoveringlatinamerica.com/
Maio 4, 2009 No Comments










































